sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Sindicato Svnit convoca Vigilantes e Sindicatos para esta em Brasilia no dia 22/10/19 pressionando os Senadores para a manutenção da nossa aposentadoria Especial.

MOBILIZAÇÃO!!!! Essa é a palavra de ordem para os vigilantes de todo Estado do Rio e do Brasil.
No dia 22 de outubro pode ser votado a PEC da Reforma da Previdência que ACABA com a APOSENTADORIA ESPECIAL dos VIGILANTES.

Temos que pressionar os SENADORES. Envie mensagens nas redes sociais dos políticas, emails ou liguem para os gabinetes.

O SVNIT vai estar em Brasília junto com a Confederação Nacional Dos Vigilantes (CNTV) para brigar pela nosso direito à APOSENTADORIA ESPECIAL.

Segue os emails dos Senadores do Estado do Rio de Janeiro;
Senador Arolde de Oliveira. 
sen.aroldedeoliveira@senado.leg.br
Flavio Bolsonaro.  
sen.flaviobolsonaro@senado.leg.br
Senador Romário.  
sen.romario@senado.leg.br







SVNIT se reúne com vereador de Tanguá para discutir ajustes em lei do vigilante 24h


Diretores do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões (SVNIT) participaram nesta sexta-feira (11/10) de uma reunião com o 1º Secretário e Presidente da Comissão de Ética da Câmara de Vereadores de Tanguá/RJ, Luciano Lúcio Natalino (PSDB), para discutir a proposição de emendas ao projeto de lei que institui a obrigatoriedade de vigilantes 24h em instituições financeiras da cidade.

O projeto de lei já foi apresentado pelo vereador que atendeu pedido do SVNIT. A preocupação do parlamentar está voltada também para a geração de emprego no município além de dar mais segurança aos usuários dos bancos.

De acordo com Luciano Lúcio, a categoria será convidada para acompanhar a votação do projeto de lei na Câmara de Tanguá.

“Essa integração entre entidade que representa os trabalhadores e o poder legislativo é importante para beneficiar toda sociedade. Nós vigilantes queremos mais empregos, mas também estamos preocupados com a segurança. E temos no vereador Luciano Lucio uma voz em Tanguá para levar adiante esse projeto”, afirma Cláudio Vigilante, presidente do SVNIT.

Também participaram da reunião os diretores do SVNIT Ideraldo Vasconcelos e Cláudio Bernardo.

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Aposentadoria especial: reunião com líder do governo para barrar retirada do direitos dos vigilantes


O líder do governo no Senado Federal, Fernando Bezerra, recebeu uma comitiva de dirigentes da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), nesta terça-feira (08/10), para discutir a retirada do artigo da Reforma da Previdência (PEC 06/2019) que prevê o fim da aposentadoria especial por periculosidade.

Caso passe em votação de plenário a proposta como está, os vigilantes de todo país perderiam o direito de se aposentar com 25 anos de profissão e entrariam para o regime geral da previdência, mesmo a profissão sendo de alto risco.

A votação de segundo turno está prevista para acontecer no dia 22 de outubro.

Participaram da reunião o senador Paulo Paim (PT) que tem dado apoio incondicional para a categoria, o deputado distrital Chico Vigilante (PT), o Secretário Geral da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões (SVNIT), Cláudio Vigilante, além de Cassiano Souza, presidente do Sindicato dos Vigilantes do Estado de Pernambuco, Laércio Antônio, presidente do Sindicato de Petrolina/PE e José Maricá, Secretário de Finanças da CNTV e diretor do Sindicato de Brasília.

“A reunião foi muito produtiva. O senador Fernando Bezerra se comprometeu de conversar com o  governo e apresentar a nossa reivindicação e se colocou à disposição para ajudar a nossa categoria nesse pedido”, afirma Cláudio Vigilante.                

A CNTV prepara uma grande mobilização para o dia 22 de outubro. “Vamos te que mobilizar pra irmos Brasília e encher as galerias e cobrar dos Senadores. Não podemos permitir que eles nos traiam. Até  lá, conclamamos a todos os vigilantes e dirigentes sindicais cobrem dos Senadores nos seus Estados para garantirmos a manutenção de nossa aposentadoria especial aos 25 anos de contribuição na profissão”, reforça Cláudio.

Na quarta-feira (09), os dirigentes voltaram a se reunir, mas desta vez com senador Reguffe, líder do Podemos.

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Projeto de lei para vigilantes 24h em bancos ganha importante aliada na Alerj


Diretores do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões e também de Petrópolis participaram de uma reunião com a deputada estadual Delegada Martha Rocha (PDT), nesta quarta-feira (02/10), para discutir dois projetos importantes para a segurança e também para categoria dos vigilantes. O encontro foi acompanhado pelo ex-secretário de Cultura de São Gonçalo e especialista em gestão pública, Randal Farah.

Tratam-se do Projeto de Lei nº 3445/2017 que já foi apresentado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que obriga as instituições públicas ou privadas e cooperativas de créditos em todo Estado a contratar vigilância armada para atuar 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana.

A outra proposta dispõe sobre a retenção de valores por parte das instituições públicas para pagamento de encargos e indenizações trabalhistas não cumpridas por empresas privadas. O projeto de lei nº 2015/2019 é de autoria da deputada Martha Rocha que atendeu pedido do SVNIT seguindo orientação da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV).

A tramitação das propostas na Casa Legislativa vai ganhar um empenho a mais da deputada que se comprometeu com a categoria de lutar pela obrigatoriedade dos vigilantes 24h nos bancos. Martha Rocha afirmou que vai procurar o presidente da Alerj para discutir o tema.

“Importante ter na deputada Martha Rocha um comprometimento com a segurança e também com a nossa categoria. O projeto dos vigilantes 24h é importante para melhorar a segurança nas instituições financeiras e também pela geração de emprego. Já a outra proposta de retenção de valores vai garantir que as rescisões contratuais e encargos trabalhistas sejam quitados pelo Estado quando as empresas caloteiras não cumprirem”, afirma Cláudio Vigilante, presidente do SVNIT.

O SVNIT e o Sindicato de Petrópolis já cumprem seus papéis nos municípios de suas regiões. Nas cidades de Teresópolis, Três Rios e Rio Bonito, a proposta já foi aprovada nas respectivas Câmaras de Vereadores.

“Ampliar essas conquistas para os vigilantes de todo Estado traz mais segurança jurídica para os contratados para trabalhar como vigilantes e aumenta a segurança dos usuários e gera empregos”, acrescenta Adriano Linhares, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis.

terça-feira, 1 de outubro de 2019

Senadores votam futuro das aposentadorias dos trabalhadores nesta terça (1º)


O Plenário do Senado deve votar nesta terça-feira (1°/10) a PEC da reforma da Previdência (PEC 6/2019). A votação, que estava marcada para a última terça-feira (24), foi adiada em razão de uma sessão do Congresso Nacional. Antes da análise em Plenário, a proposta terá que passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde será votado o relatório do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), com a análise das 77 emendas apresentadas.

No relatório, Tasso acatou apenas uma emenda supressiva, para não prejudicar o acesso à aposentadoria integral de quem recebe vantagens variáveis vinculadas a desempenho no serviço público, e corrigiu a redação do trecho que inclui os informais entre os trabalhadores de baixa renda que terão acesso ao sistema especial de inclusão previdenciária, com alíquotas favoráveis.

Foram rejeitadas as emendas de senadores com temas ligados a servidores públicos, mudanças em pensões, idade mínima, regras de transição, aposentadorias especiais, cálculo da aposentadoria, abono salarial e regras especiais para grupos específicos. Segundo o relator, nas emendas “não se identificaram novos temas em relação ao deliberado anteriormente na CCJ, e em relação às conclusões de seu parecer anterior”.

Durante a análise na CCJ, os partidos de oposição tentam barrar quatro pontos considerados extremamente prejudiciais aos trabalhadores e trabalhadoras:

. o pagamento do abono salarial somente para quem ganha até R$ 1.364,43. Hoje, recebem trabalhadores que ganham até dois salários mínimos (R$ 1.996,00).

. o aumento no tempo de contribuição das aposentadorias especiais.

. a redução em até 40% no valor do benefício da pensão por invalidez.

. e o tempo mínimo de contribuição para se obter a aposentadoria integral, que, se aprovado, chegará a 40 anos para homens e 35 anos para as mulheres. Hoje, é de 30 anos para as mulheres e 35 anos para os homens.

 “A maioria dos trabalhadores se aposenta por idade porque não consegue contribuir por 15 anos. E a média do valor da aposentadoria é de apenas R$ 1.300,00”, pontua Vagner Freitas, presidente da CUT.

A advogada e especialista em Previdência Social, Julia Lenzi, do escritório LBS, explica que, quando se faz projeção econômica é preciso trabalhar com meios termos e analisar os impactos que tal medida traria, por exemplo, se o Produto Interno Bruto (PIB) crescesse 1%, se crescesse acima disso. Além disso, tem de analisar as estatísticas históricas do PIB, para se construir um cenário futuro.

”O governo não fez nada disso. Simplesmente trabalhou com extremos. Calculou que o PIB não vai crescer em décadas. Claro que isto gera um impacto negativo em todas as contas públicas e na Previdência. Eu nunca vi uma estatística ser trabalhada apenas com uma projeção econômica de crescimento zero”, critica Julia.

“O governo construiu um cenário ideal para validar seus argumentos que a Previdência vai falir. Eles não fizeram cálculos e sim propaganda. E pior, argumentar que o PIB será zero, é abandonar um projeto de crescimento econômico. É não ter nenhum compromisso com a geração de empregos”, avalia a advogada.

Os pontos mais cruéis da reforma

Ao falar sobre os pontos que os senadores vão tentar derrubar, caso a sessão não seja interrompida, Paim disse que nunca viu nada tão cruel, tão desumano e sem o mínimo compromisso com os direitos humanos, como o texto do relator Tasso Jereissati.

“O texto da reforma tem um monte de problemas. Imagine trabalhar 20 anos e se acidentar para receber metade do que tem direito hoje. Um pai de família, com dois filhos, por exemplo, que receberia R$ 4 mil vai receber em torno de R$ 2 mil, praticamente a metade”, diz Paim, se referindo à redução de 100% para 60% do valor do benefício, calculado em cima da média salarial desde 1994 e não mais pelos 80% dos melhores salários.

Outro ponto criticado por Paim é diminuir o número de trabalhadores com direito ao abono salarial. Para o senador há um contrassenso na decisão do relator porque ao mesmo tempo em que Jereissati diz que a reforma combate privilégios, ele está aprovando a retirada de um benefício de quem ganha tão pouco.

“O abono salarial é voltados aos trabalhadores com piores salários. Retirar esse direito de pelo menos 13 milhões de pessoas pobres, que ganham acima de R$ 1.300,00, mas não ultrapassam dois mínimos, não combate privilégios”, critica Paim.

“É um absurdo o relator dizer que a reforma é para combater privilégios e tirar do trabalhador que ganha menos”, complementa a advogada Júlia Lenzi.

O terceiro ponto que a oposição vai combater na votação da reforma é a mudança no tempo de contribuição para a aposentadoria especial de trabalhadores que atuam em trabalhos insalubres e periculosidade. A proposta do relator acaba com a aposentadoria especial.

Hoje, dependendo do grau de periculosidade, o trabalhador se aposenta com 25, 20 e 15 anos de contribuição nessas atividades. A reforma incluiu um gatilho que soma o tempo de contribuição na atividade insalubre, o tempo de contribuição em atividade comum e idade. São 66 pontos para quem hoje pode se aposentar com 15 anos de atividade insalubre, 76 pontos para quem tem de trabalhar 20 anos e 86 pontos para atividade que exija no mínimo 25 anos de contribuição.

O problema, segundo Julia Lenzi, é que ninguém vai conseguir atingir esta pontuação. A advogada calcula que quem começou a trabalhar em mineração aos 20 anos de idade, por exemplo, se tiver de atingir 66 pontos, só vai se aposentar aos 51 anos e não mais aos 35.

Já quem trabalha em atividade de risco moderado que se aposentaria com 25 anos de contribuição. Vai ter de trabalhar muito mais. Hoje, quem começou aos 20 anos, teria direito ao benefício aos 45 anos. Pela tabela para chegar aos 86 pontos, só teria direito a aposentadoria aos 66 anos - um ano a mais do que a aposentadoria por idade.

“Para um mineiro serão mais 16 anos trabalhando com a saúde debilitada, correndo riscos, num trabalho pesado e perigoso. Ou seja, o tempo de trabalho será aumentado mais do que o dobro de hoje que são 15 anos. A aposentadoria especial é uma medida de proteção à saúde do trabalhador. Não faz sentido condicionar a aposentadoria a essa somatória. Isto, na verdade, é uma forma disfarçada de instituir idade mínima de aposentadoria para esses trabalhadores”, diz Júlia.

O senador Paulo Paim reconhece que se a reforma da Previdência for aprovada, ela vai acabar com a aposentadoria especial, deixando os trabalhadores mais vulneráveis.

“O trabalhador deste setor já não tem estabilidade, e se ele quiser o benefício integral vai ter de trabalhar praticamente o dobro do tempo. É o fim da aposentadoria especial“, diz.

Já o aumento do tempo de contribuição para a aposentadoria integral e a redução no valor do benefício no cálculo para quem não atingir os 40 anos de contribuição (homens) e 35 (mulheres) é um dos pontos da reforma mais devastadores para os trabalhadores, acredita o senador.

“O trabalhador brasileiro consegue ficar empregado em média seis meses por ano. Se já era difícil pagar 15 anos do INSS para se aposentar, imagine se a reforma passar”.

Texto não precisa voltar para a Câmara

Uma das desculpas que Tasso Jereissati tem dado para não aprovar as emendas apresentadas pelos senadores é de que se o texto for alterado deve voltar para a Câmara dos Deputados para nova análise e votação, e ele quer manter o cronograma da votação da reforma, previsto para terminar ainda neste mês de outubro.

Fonte: Agência Senado e CUT

domingo, 29 de setembro de 2019

Comunicado Aos Vigilantes de Niterói e Regiões . 

O Sindicato Svnit vem recebendo diversas denúncias de vigilantes através da seção fale conosco no Site do Sindicato, sobre a postura de algumas empresas de Segurança que ao abrir pra fazer seleção para contratar vigilantes determinam que tenham 01 ano ou mais de reciclagem pra vencer, causando transtorno e prejuízo para os vigilantes que se vê obrigado a ter que fazer a reciclagem novamente faltando 13 meses pra vencer. 

Todos os Vigilantes tem que a cada 02 anos realizar a sua reciclagem para exercer a profissão conforme determina a legislação em vigor portaria 3233/2012. 

Algumas empresas estão prejudicando os trabalhadores, quando só estão contratando os Vigilantes com 01 ano ou mais de reciclagem pra vencer. 

Vamos procurar o Ministério do Trabalho e também a Polícia Federal pra buscarmos encontrar um meio para Impedir que essas empresas usem essa tática pra contratação e com isso os companheiros Vigilantes não possam continuar sendo prejudicados. 

Além de buscarmos o MTE/MJ e DPF Vamos também encaminhar uma circular para as empresas e os centro de formação comunicando a nossa posição contra essa atitude por parte das empresas. 
A diretoria do Sindicato Svnit está sempre preocupada em buscar ajudar os Vigilantes e o que vem acontecendo nos preocupa muito. 

Vamos apresentar uma proposta na negociação salarial do próximo ano pra impedir que fatos como esse continue acontecendo. 

Esperamos contar com o apoio de todos Sindicatos dos Vigilantes do Estado nessa luta, pois beneficiará todos os Vigilantes do Estado do Rio de Janeiro. 

SÓ QUEM SABE O QUE UM VIGILANTE SOFRE NUM POSTO DE SERVIÇO É UM OUTRO VIGILANTE.
PENSEM NISSO! 

Claudio Vigilante. 
Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões.

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Caixas eletrônicos nas agências devem ganhar biombos para aumentar privacidade

A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou, nesta terça-feira (dia 17), alterações na Lei 4.758/2006 — que determina a instalação de dispositivos de privacidade entre os caixas eletrônicos das agências bancárias. O objetivo é aumentar a segurança dos clientes das instituições financeiras do estado. A proposta prevê a colocação de biombos com altura de 1,20m e largura de 0,70m, acoplados nas laterais de cada terminal.

No caso dos caixas comuns, as agências deverão instalar placas com separação de acordo com a altura e a largura de cada ponto de atendimento, de modo a respeitar a privacidade de todos os clientes. Os bancos terão um ano para se adequar à nova norma.

O texto seguirá, agora, para o governador Wilson Witzel, que terá até 15 dias úteis para sancionar ou vetar a proposta. O deputado estadual Dionísio Lins (PP), autor do projeto, afirma que o modelo pode contribuir para aumentar a segurança nas agências:

— As agências bancárias poderão seguir um modelo para tentar coibir ações de transeuntes que marcam clientes para realizarem furtos e roubos — justificou o parlamentar.

Fonte: jornal Extra

Comunicado importante: banco de currículos


O Sindicato dos Vigilantes de Niterói e região (SVNIT) está passando por uma modernização em sua administração para facilitar os serviços prestados à categoria.

Um desses serviços é o balcão de emprego que passará a ter um diretor do Sindicato dedicado e em contato direto com as empresas em busca de contratações e novas oportunidades.

Para isso, o vigilante deve enviar o currículo para cadastro no bando de dados do SVNIT através do email sindicatovigniteroi@gmail.com colocando no assunto: Currículo Vigilante, e anexa o seu currículo.

A medida adotada pela diretoria facilita o envio para as empresas que estão contratando. O serviço visa ajudar e agilizar a contratação de vigilantes que estão desempregados.

Cláudio Vigilante – Presidente SVNIT

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

SVNIT vai a Brasília pedir regras especiais na reforma da Previdência


Representantes da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e de sindicatos filiados reivindicaram as mesmas regras especiais concedidas aos policiais na Reforma da Previdência. O protesto foi feito durante audiência pública na Comissão de Direitos Humanos (CDH), realizada nesta quinta-feira (19/09) no Senado Federal.

O presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e região (SVNIT e Secretário Geral da CNTV, Cláudio Vigilante, participou da audiência e classificou o debate como de suma importância para a categoria.

As reivindicações também tiveram o reforço de guardas municipais e agentes de trânsito. O Senado deve votar a Reforma da Previdência (PEC 6/2019) na próxima semana.

O objetivo das corporações é proteger as instalações públicas das cidades, fazer vigilância e policiamento e colaborar com as demais forças de segurança. A atividade é regulamentada desde 2014 (Lei 13.022).

José Boaventura Santos, presidente da CNTV, afirmou que os vigilantes também estão sujeitos a riscos que acometem os policiais mas, ao contrário das forças de segurança pública, têm muito menos estrutura institucional a seu favor.
“Fazemos exame psicológico a cada dois anos e um exame médico anual de forma muito precária. Não temos apoio psicossocial nem humano. Quando [um vigilante] tem problema, recorre somente ao sindicato, porque o que a empresa mais faz nesse momento é virar as costas”, disse.

Segundo Boaventura, desde 2015 as mortes de vigilantes em ações violentas contra carros-fortes cresceram 233% — foram 25 óbitos no período. O número de feridos nesses ataques também subiu.

Outra dificuldade é o fato de que, na sua avaliação, vigilantes com mais de 50 anos têm grande dificuldade de conseguir emprego. Dessa forma, é inviável para a categoria acumular os anos de contribuição previdenciária necessários para uma aposentadoria decente, pelas regras da reforma.

A audiência foi presidida pelo senador Paulo Paim (PT-RS) e contou também com a participação do deputado distrital Chico Vigilante (PT).

Com informações da Agência Senado

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Sindicato consegue aprovação de lei que obriga vigilantes 24 horas nos bancos de Rio Bonito/RJ


A Câmara de Vereadores de Rio Bonito aprovou, nesta terça-feira (10/09), a lei que institui a obrigatoriedade de vigilantes 24 horas em agências bancárias, lotéricas e cooperativas de créditos em todo município.

O projeto de lei, aprovado por unanimidade, foi apresentado pelo vereador Reginaldo Ferreira Dutra (Reis) (PMDB) a pedido do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões (SVNIT). A entidade representa a categoria também em Rio Bonito.

“Temos que em nome da categoria agradecer o empenho do vereador Reginaldo. Isso demonstra que seu comprometimento com a segurança da população de Rio Bonito. Essa lei trará mais tranquilidade para os usuários de caixas eletrônicos tanto nos horários além do expediente quanto nos finais de semana”, afirma Cláudio Vigilante, presidente do SVNIT.

A proposta foi apresentada no plenário da Câmara de Vereadores durante a sessão foi aprovado por todos os parlamentares que entenderam que a medida pode também gerar mais empregos para vigilantes que moram na cidade.

O projeto de vigilantes 24 horas em unidades financeiras é uma campanha da Confederação Nacional dos Vigilantes. No Rio, os municípios de Três Rios e Teresópolis já possuem a lei.

O prefeito de Rio Bonito, José Luiz “Mandiocão”, terá 15 dias para sancionar ou vetar a lei.

A articulação para apresentação do projeto na Câmara de Rio Bonito teve a importante participação do diretor do SVNIT, Luciano, responsável pela interlocução entre o Sindicato e o vereador.