sexta-feira, 28 de junho de 2013

INFORMAÇÃO DA MESA REDONDA COM A EMPRESA DE SEGURANÇA PONTO FORTE

Na mesa redonda realizada hoje dia 28/06 no Ministério do Trabalho em Niteroi, onde o sindicato SVNIT denunciou a empresa de Segurança Ponto Forte por colocar os vigilantes para trabalhar em local sem as mínimas condições de trabalho e higiene.
A empresa estava colocando os Vigilantes para trabalhar em postos de serviço com escalas de 12x36 e 24 finas de semana, sem banheiro, sem agua potável, sem guarita e sem fardamento.
A empresa se vendo pressionada pelo Sindicato pediu o adiamento da reunião para o dia 17/07 onde trará as respostas para as reivindicações da diretoria do SVNIT.
O Presidente do Sindicato SVNIT Claudio Vigilante comunicou ao representante da empresa que se não regularizar a situação o Sindicato vai denunciar a empresa ao Ministério Publico de Trabalho e a Policia Federal, pois a empresa não pode colocar os vigilantes para trabalhar sem farda, colocando a vida dos companheiros em risco, falou ainda que ira solicitar ao Ministério Publico do Trabalho e ao Ministério do Trabalho a convocação da empresa Contratante ODEBRECHET, para que explique o porque não fornece um local adequado para os vigilantes exercer as suas funções com dignidade.
Segundo Claudio Vigilante este Mês o Sindicato bateu o recorde de denuncias de empresas ao MTE, isso demonstra que o Sindicato é atuante e sempre presente na vida da nossa categoria em Niterói e região.

Sindicato paralisa atividades no Hospital Alberto Torres e empresa se comprometer a quitar salários atrasados

Diretores do Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo, Itaborai, Rio Bonito e Maricá/RJ (SVNIT) visitou, nesta sexta-feira, 28, o posto de serviço do hospital Estadual Alberto Torres, onde os vigilantes, com o apoio do Sindicato, paralisaram as atividades por seis horas em protesto contra os salários atrasados. A direção da empresa Centauro entrou em contato com o presidente do SVNIT, Cláudio Vigilante, e informou que estava providenciando um empréstimo para quitar os salários. Os trabalhadores, no entanto, resolveram voltar ao trabalho da um voto de confiança para a empresa.

Em reunião com a empresa, a direção apresentou varias faturas em aberto de cerca de R$ 2 milhões de reais a receber do Governo Estadual. O SVNIT vai encaminhar ao Governador Sérgio Cabral uma solicitação de audiência para que o Estado explique o não pagamento das faturas que está prejudicando os trabalhadores e porque esta contratando uma Empresa Clandestina para prestar serviços de Segurança para o Estado.

Uma atitude que é inaceitável e, no mínimo, de improbidade foi a contratação pelo Estado de uma empresa clandestina para fazer a segurança temendo as paralisações dos vigilantes. A direção do Sindicato já encaminhou denúncias à Polícia Federal e vai solicitar ao Ministério Público do Trabalho uma mesa redonda para resolver o assunto, uma vez que o Estado manteve juntamente com os Vigilantes legalizados a empresa Clandestina, e isso a diretoria do SVNIT não vai aceitar.


“E uma pena que o Governo do Estado que está gastando milhões com a construção de estádios, não pague as faturas às prestadoras de serviços deixando os trabalhadores e pais de família sem poder levar o sustento para as seus lares”, afirma Cláudio Vigilante.

Fonte: SVNIT

CUT e demais centrais sindicais decidem realizar ato conjunto no dia 11 de julho

A CUT, as demais centrais sindicais (CTB, Força, UGT, CSP/Conlutas, CGTB, CSB e NCST) e o MST decidiram, em reunião realizada nesta terça-feira (25), em São Paulo, organizar atos conjuntos – do movimento sindical e social - no próximo dia 11 de julho em todo o País – e também os itens da pauta que serão levados à presidenta Dilma Rousseff, em audiência que será realizada amanhã (26), no Palácio do Planalto, em Brasília.


As paralisações, greves e manifestações terão como objetivo destravar a pauta da classe trabalhadora no Congresso Nacional e nos gabinetes dos ministérios e também construir e impulsionar a pauta que veio das ruas nas manifestações realizadas em todo o país dos últimos dias.

“Vamos chamar a unidade das centrais sindicais e dos movimentos sociais para dialogar com a sociedade e construir uma pauta que impulsione conquistas, unindo as reivindicações que vieram das ruas à pauta da classe trabalhadora”, disse o presidente da CUT, Vagner Freitas.

Segundo o dirigente, além de mais investimentos em saúde, educação e transporte público de qualidade, como os manifestantes pediram e que é também uma pauta dos trabalhadores e das trabalhadoras, os atos de julho irão reivindicar o fim dos leilões do petróleo, o fim do fato previdenciário, a redução da jornada para 40 horas semanais sem redução do salário, a reforma agrária e o fim do Projeto de Lei 4.330 – “esse PL nefasto que acaba com as relações de trabalho no Brasil e é, na verdade uma reforma trabalhista escondida atrás de uma proposta de regulamentação da terceirização”, de acordo com Vagner. 

“O que motivou a população a ir às ruas, a princípio, foi a revogação do aumento da tarifa do transporte coletivo. Concordamos que o transporte coletivo tem de ser subsidiado pelos governos, mas isso não pode impedir investimentos em saúde, educação e segurança e transporte de qualidade para a classe trabalhadora”, apontou o presidente da CUT.

Para ele, o Brasil melhorou muito nos últimos dez anos, mas a melhora foi mais da porta para dentro do que da porta para fora. “A insegurança aumentou, a piora nas condições do ensino e da saúde está fazendo com que o trabalhador gaste as conquistas, os ganhos salariais, em escola, saúde e segurança privados”, justificou Vagner.

“Não fizemos as mudanças estruturais necessárias, a reforma agrária não ocorreu, o sistema político está falido, a representatividade não é democrática, as pessoas não só ouvidas, só elegem. A sociedade tem de controlar o trabalho dos políticos depois das eleições,” completou o dirigente.

Plebiscito
Sobre o plebiscito proposto ontem pela presidenta Dilma Rousseff para consultar a população sobre a Reforma Política, Vagner disse que a proposta é positiva porque o povo brasileiro quer participar.

Segundo ele, independentemente do debate técnico sobre a constitucionalidade ou não da consulta popular, a proposta é positiva porque a sociedade tem de ter mecanismos para vigiar.

“Ouvir o povo é importante. Os governantes têm de ter esse tipo de postura – que a presidenta Dilma teve – de, durante seu mandato ouvir os eleitores, isso é democracia representativa”, disse Vagner, esclarecendo sempre que não estava falando da Constituição, de questões jurídicas e, sim, da importância de se ouvir a opinião da população.

“Votar não é dar tutela. Tem de ouvir a voz que veio das ruas e o que veio foi, principalmente, a insatisfação do povo com a prática política pequena, para dentro e não para fora. O povo não aguenta mais e quer mudança”, concluiu Vagner. 

O calendário de mobilizações definido hoje, as manifestações e paralisações no dia 11 de julho e uma grande marcha a Brasília em agosto, depois do recesso do Congresso Nacional, serão debatidos pela Direção Nacional da CUT, que se reunirá em São Paulo na próxima quinta-feira, dia 27. Só neste dia, a CUT vai referendar, oficialmente, o calendário.

Pela CUT, participaram da reunião desta terça-feira, na sede da UGT, além de Vagner, Julio Turra (diretor Executivo), Valeir Ertle (secretário adjunto de Organização) e Quintino Severo (secretário de Administração e Finanças).

(Fonte: Marize Muniz - CUT Nacional)

Para centrais, Dilma afirma que só aprovará projetos em consenso com os trabalhadores

A CUT e as demais centrais sindicais reuniram-se na manhã desta quarta-feira (26) com a presidenta Dilma Rousseff, em Brasília, para discutir as recentes manifestações que tomaram as ruas do Brasil. Durante o encontro, ela enfatizou que não aprovará qualquer projeto sem que exista acordo entre trabalhadores, empregadores e governo, atendendo à reivindicação das centrais de estabelecer um canal de diálogo permanente.
Dilma também afirmou que a pauta da classe trabalhadora – com itens como o combate à terceirização, fim do fator previdenciário e redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais – será negociada como um todo, que as negociações continuarão e o governo apresentará uma resposta até agosto.
A presidenta admitiu que é preciso aprimorar a interlocução com as centrais e disse concordar com as críticas das ruas sobre a qualidade dos serviços públicos. Afirmou, ainda, que a pressão das mobilizações está correta e ajuda na transformação do país.
O presidente da CUT, Vagner Freitas, porém, ponderou que as melhorias só existirão com o investimento na rede pública. “O governo tem de se debruçar sobre a saúde, transporte, educação e segurança pública de qualidade. Não adianta querer melhorar privatizando. Apontamos que a resposta tem de vir do Estado e ela concordou”, disse o cutista.
Vagner criticou a postura do presidente da Força Sindical e deputado federal, Paulinho da Força, que classificou a reunião como lamentável e disse que a presidenta chamou sindicalistas, levantou e foi embora sem dizer qualquer palavra.
“Não foi uma rodada de negociação da pauta das centrais, que já tem fórum quadripartite e cuja reunião esta marcada para o próximo dia 3 de julho, quando discutiremos o PL (Projeto de Lei) 4330/3004, da terceirização. O encontro foi sim um espaço para que discutíssemos o que está acontecendo e como devemos fazer para que o movimento crie propostas progressistas”, destacou Freitas.
O dirigente comentou ainda que a CUT irá construir uma campanha nacional pela reforma política e pelo plebiscito e citou a importância de dar ouvido ao povo: “Qualquer político ou organização que for contra essa consulta é porque está acostumado à velha política e quer tratar esses assuntos longe da população e da classe trabalhadora, exclusivamente nos corredores do Congresso.”

Por fim, Vagner destacou que as conquistas do movimento sindical são resultado de mobilizações e da capacidade de organização da classe trabalhadora e não concessão do poder público: “Os avanços são fruto de manifestações de rua, como a que promoveremos no dia 11 de julho em todo o país. A negociação se constrói na mesa, mas apenas se efetiva com manifestação de massa”.

(Fonte: CUT Nacional)

quinta-feira, 27 de junho de 2013

SVNIT é destaque no Boletim Nacional da Confederação


Sindicato SVNIT começa a campanha contra o PL 4330/2004

Mais uma vez o Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões SVNIT, inicia no Rio de Janeiro juntamente com os Sindicato de Vigilantes e Petrópolis e região e de Duque de Caxias um mobilização da categoria contra o projeto de Lei 4330/2004 do Deputado Federal Sandro Mabel.
Segundo Claudio Vigilante este projeto precariza e tira os direitos dos Trabalhadores  terceirizados,  vamos iniciar pelo Rio de Janeiro uma campanha pelo arquivamento deste malfadado projeto.
A diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões, vai encaminhar oficio para todos os Sindicatos de Vigilantes do Estado do Rio de Janeiro propondo uma união contra este projeto de lei, que vai prejudicar e muito a nossa categoria.
Claudio Vigilante presidente do Sindicato SVNIT solicita a todos os Vigilantes que mandem emails para os deputados Federal em Brasilia pedindo o arquivamento deste projeto de lei.
Chegou a hora de nos unir e mostrar mais uma vez, que os Vigilantes unidos jamais serão vencidos.


VAMOS ARQUIVAR O PL 4330/2004
QUE PRECARIZA A TERCERIZAÇÃO 
NO PAÍS .

Sob o pretexto de regulamentar o trabalho terceirizado no Brasil, está na pauta da reunião do dia 9 de julho, da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados (CCJC), o projeto de lei (PL) nº 4330/2004, do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), com o substitutivo do deputado Artur Maia (PMDB-BA), que, se aprovado, irá legalizar a precarização das relações de trabalho no Brasil.



SÓ QUEM SABE O QUE O VIGILANTE SOFRE EM SEU POSTO DE SERVIÇO É UM OUTRO VIGILANTE. 
PENSEM NISSO! 

A UNIÃO FAZ A FORÇA

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Informe sobre a mesa redonda no MTE com as Empresas de Segurança MAX, AFEQUE, DLP.

A diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões (SVNIT), comunica a todos os Vigilantes das Empresas de Segurança MAX, AFEQUE e DLP, que ontem nas mesas redondas agendadas pelo Ministério do Trabalho de Niterói, somente a a MAX compareceu, o Presidente do Sindicato Claudio Vigilante apresentou todas a denuncias dos trabalhadores contra a MAX, desde fardamento a pagamento de salários e diferença do dissídio coletivo de Março de 2013.
A empresa contestou as denuncias e no tocante aos pagamentos solicitou ao MTE um prazo de 30 dias para apresentar ao sindicato e ao MTE que as denuncias não procedia e informou ainda que os pagamentos estavam todos em dia.
Foi dado um prazo para que apresente as comprovações dos pagamentos, se não proceder a empresa será autuada e fiscalizada pelo MTE. Nos comprometemos em aguardar os 30 dias e se não comprovar vamos manter a denuncia se for comprovado a denuncia será arquivada pelo MTE.
Informamos ainda que tivemos na audiência no MTE  a presença de vigilantes da Empresa que acompanhou todo o desenrolar da reunião.
Solicitamos que os companheiros que tenham mais denuncia e reclamações que nos mande por escrito e nos informe o posto e o quantitativo de vigilantes.
Referente a AFEQUE e a DLP a direção do Sindicato pediu fiscalização do Ministério do Trabalho pois a empresa não compareceu a mesa redonda apesar de ter sido notificada.
A diretoria do SVNIT

Atenção Vigilantes de Niteroi e regiões

A diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões, vem por meio deste comunicar aos vigilantes que tem acesso a este SITE que a criação deste meio e comunicação  foi para ajudar aos companheiros que tem problemas com as empresas e que precisam da nossa ajuda para resolve-los.
Não vamos aceitar que pessoas fiquem se ofendendo através deste meio de comunicação trazendo serios transtornos para a diretoria desta entidade sindical.
Todas as matérias ofensivas que forem publicadas por qualquer pessoa a direção do sindicato escluira.
Companheiros este Site é um meio de comunicação do Sindicato com a categoria e com todo o Brasil, tendo acesso pessoas de diferentes meios, exemplos advogados, juízes, procuradores do MPT, e empresas e vigilantes de todo o País, por isso pedimos mais respeito com todas as pessoas que procuram através do Site da nossa entidade informações.
A diretoria do SVNIT

terça-feira, 25 de junho de 2013

ATENÇÃO VIGILANTES: Quem convoca greve é sindicato e não eventos no Facebook

Nem a CUT nem as demais centrais sindicais, e nem o Sindicato dos Vigilantes de Niterói e região, legítimos representantes da classe trabalhadora, convocaram greve geral para o dia 1º de julho.
Vamos debater a conjuntura, reafirmar nossa pauta de reivindicações e decidir um calendário de mobilizações em defesa da pauta da Classe Trabalhadora, de forma responsável e organizada, como sempre fizemos.
A convocação para a ‘suposta’ greve geral do dia 1º, que surgiu em uma página anônima do Facebook, é mais uma iniciativa de grupos oportunistas, sem compromisso com os/as trabalhadores/as, que querem confundir e gerar insegurança na população. Mais que isso: colocar em risco conquistas que lutamos muito para conseguir, como o direito de livre manifestação.

É preciso tomar muito cuidado com falsas notícias que circulam por meio das redes sociais.

Vagner Freitas
Presidente Nacional da CUT

Cláudio Vigilante
Presidente do SVNIT

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Sindicato SVNIT cobra da Empresa de Segurança Centauro o pagamento dos salários dos Vigilantes

O Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões Claudio Vigilante, recebeu pessoalmente na sede do Sindicato em Niterói algumas denuncias dos Vigilantes da Empresa de Segurança Centauro, por motivo da empresa não ter efetuado o pagamento dos salários dos vigilantes até hoje.
Claudio Vigilante já manteve contato com a direção da empresa e cobrou uma posição, não é possível que todo o mês aconteça essa situação, a diretoria da empresa Centauro retornou a ligação e informou ao sindicato que na segunda feira estaria mantendo contato e informando sobre o pagamento. A empresa informou ainda que o Estado não efetuou o pagamento de mais de 5 faturas e isso esta prejudicando a administração da empresa.
Claudio Vigilante informou a empresa que no próximo dia 25 de Junho acontecerá uma mesa redonda e o sindicato não vai abrir mão da multa pelo atrazo do pagamento para os vigilantes.
Informamos aos vigilantes da Empresa Centauro, que precisam se unir para que esta situação se resolva de uma vez por todas. O Sindicato estará ao lado da categoria e vamos juntos cobrar os seus direitos.

Projeto de Lei penaliza contratação de empresa de vigilância clandestina

Convocamos todos Vigilantes para participar desse grande ato no Centro do Rio de Janeiro, no dia 11/07, vamos dizer para toda a sociedade as nossa indignações.
Somos seres humanos e não escravos de alguns maus empresários, queremos trabalhar e receber o nosso salário em dia, vamos cobrar a redução da nossa carga horária, o fim do fator previdenciário, arquivamento do projeto e de lei 4330 do deputado Sandro Mabel que precariza a terceirização entre outras reivindicações. Não podemos deixar que o nosso décimo terceiro e ferias seja parcelados entre outros direitos.
Esta chegando a hora no dia 11 de Julho estamos aguardando os companheiros na candelária as 15 horas procure a direção do sindicato  SVNIT pois muitos vigilantes já nos conhece pelo trabalho que estamos fazendo e pela nossa identificação da camisa preta com a sigla SVNIT e vamos buscar, lutar e cobrar os nossos direitos.

A diretoria do SVNIT

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Dia do Vigilante é comemorado nesta quinta-feira (20)

A história de lutas, mobilizações e conquistas dos vigilantes de todo o país é lembrada nesta quinta-feira, 20 de junho, quando se comemora o Dia do Vigilante. Foi nesse dia, em 1983, que a presidência da República sancionou a Lei 7.102/1983, que completa 30 anos hoje. A lei dispõe sobre segurança para estabelecimentos financeiros, estabelece normas para constituição e funcionamento das empresas particulares que exploram serviços de vigilância e de transporte de valores, entre outras providências.
Essa lei, assim como a 12.740/2012 e outras que garantem direitos à categoria, é resultado de muita luta. Em reconhecimento a tamanha dedicação foi instituído também o Dia do Vigilante. Em diversas cidades esse dia é lembrado. Em alguns estados, aqueles que estão trabalhando hoje recebem a hora dobrada. Companheiros que perderam a vida em defesa de patrimônios são lembrados com mais força ainda; as bandeiras de lutas são empunhadas com mais fervor; o grito de uma categoria que sofre com as injustiças e descaso dos patrões fica ainda mais forte.
Muito já foi conquistado. A Lei 7.102 e, mais recentemente, a 12.740, são prova disso. Agora, o foco é na regulamentação para que o pagamento do adicional de 30% de risco de vida/periculosidade seja definitivamente garantido a todos os companheiros vigilantes. É fundamental que a categoria, de norte a sul do país, se unam em mais essa batalha. O texto sugestão já foi encaminhado ao Ministério do Trabalho e Emprego nesta segunda-feira (17), e agora é preciso aguardar os próximos passos.
Hoje, as mais de dois milhões de pessoas com curso de formação, quase 700 mil exercendo a profissão, são lembrados não só pela Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), mas reconhecidos também por toda a sociedade por serem instrumento fundamental para promover a segurança. Parabéns, companheiro vigilante, pelo seu dia! Isso também é conquista, também é fruto de luta e mobilização!
Assembleia Legislativa de São Paulo homenageia os vigilantes
Proposta pelo deputado Estadual Major Olimpio (PDT-SP), a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo realiza, na manhã desta quinta-feira (20), um ato solene em homenagem ao Dia do Vigilante. Na ocasião, o presidente da CNTV, José Boaventura, representando os vigilantes de todo o país, também foi homenageado.
 
Fonte: CNTV

Nota oficial do SVNIT sobre os protestos brasileiros

Os últimos eventos ocorridos em nosso país demonstrou a toda sociedade e, principalmente, à classe política a insatisfação da população nas questões coletivas e sobre os serviços públicos que não atendem às expectativas. Os protestos realizados em cada canto do Brasil são legítimos e o Sindicato dos Vigilantes de Niterói e região vem por meio desta nota oficial manifestar total apoio e congratular-se com o movimento estudantil que resgata o espírito da democracia que em nosso país estava adormecido.

Somos milhões e podemos buscar nossos direitos de forma pacífica e mobilizada. Foi assim que os trabalhadores conquistou os benefícios que hoje estão na CLT, foi assim que derrubamos presidente, foi assim que povo pediu a Diretas Já e fizemos os governos recuarem no aumento do transporte. Portanto, é público, notório e legítimo o direito de manifestar num Estado Democrático de Direito que vivemos. E NÃO PODEMOS PARAR!!!

Os vigilantes do Estado do Rio de Janeiro e do Brasil, nos últimos anos, começaram a entender que para vencer os grandes conglomerados empresariais é necessária muita mobilização, coragem e união para alcançar importantes conquistas.

Só com união e o movimento popular nas ruas o país mudará. O povo sempre em primeiro lugar. O Sindicato dos Vigilantes de Niterói apoia o movimento pacífico e ordeiro e repudia qualquer tipo de degradação do patrimônio ou violência. A truculência policial também deve ser reprimida, pois os policiais também enfrentam no cotidiano todos os problemas dos brasileiros e ainda são vítimas desse sistema desigual.

Nada se ganha sem luta. Viva o movimento da livre manifestação! Avante companheiros que a conquista virá!

Viva a democracia e os trabalhadores brasileiros.

Sindicato dos Vigilantes de Niterói e região

Cláudio Vigilante - Presidente

Informações sobre a mesa redonda no Ministério do Trabalho de Niteroi dia 18/06

O Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões (SVNIT) informa a todos os Vigilantes da Empresa de Segurança Facility, que a empresa compareceu a mesa redonda solicitada pelo Sindicato e admitiu que houve uma falha no setor administrativo e que apartir deste mês não atrasaria mais o salário, tiquete refeição  e vale transporte.
A direção do Sindicato aproveitou  a oportunidade e encaminhou 02 propostas : a 1ª que todas as faltas no período que a empresa não fornecia passagem adequadamente fossem abonadas e a 2ª o pagamento da multa no percentual de 20% do piso da categoria para cada vigilante por motivo da empresa não ter efetuado o pagamento do salário anteriormente dentro do prazo.
A empresa ficou de apreciar a nossa proposta e nos dá uma resposta no dia 07/07.
Mais uma vez o sindicato esta presente na defesa da categoria.
Aproveitamos a oportunidade para informar que a audiência da empresa Max foi transferida para terça feira dia 25/06 ás 14 horas.
Claudio Vigilante

terça-feira, 18 de junho de 2013

Após pressão do Sindicato SVNIT, empresa Dinâmica deposita salários atrasados dos vigilantes

Mais uma grande conquista do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e região nesta terça-feira, 18 de junho. Após cobrar da empresa Dinâmica o pagamento dos salários e férias atrasados dos vigilantes que atuam nos postos da UERJ em São Gonçalo e ameaça pelo Sindicato de uma paralisação da categoria nos próximos dias, no início da tarde desta terça foram creditados os salários dos trabalhadores.

Os vigilantes procuraram o presidente do Sindicato, Cláudio Vigilante, e relataram os problemas enfrentados pelos trabalhadores. Diante dos atrasos e, inicialmente, uma recusa por parte da empresa em negociar, o dirigente conclamou os vigilantes a uma paralisação até que a situação fosse regularizada.

O Sindicato dos Vigilantes de Niterói tem sido um dos mais atuantes nos últimos anos. Com o respeito adquirido por empresas e órgãos públicos, o respaldo da entidade nas negociações em defesa dos trabalhadores vem se destacando nacionalmente.

E com a empresa Dinâmica não foi diferente. Sabendo que uma paralisação poderia ocorrer nas próximas horas, a empresa resolveu pagar os salários atrasados dos vigilantes que vinham passando dificuldades com o descumprimento da CCT por parte da Dinâmica.

O presidente do Cláudio Vigilante agora estuda como será punição à empresa, uma vez que a convenção coletiva de trabalho prevê multa aos empresários que atrasarem pagamentos de salários. Essa multa é revertida em créditos para os trabalhadores. 

"Esta é mais uma vitória que obtivemos através da negociação e da demonstração de seriedade na condução dos interesses da categoria. Uma resposta rápida foi pelo Sindicato aos trabalhadores. Em Niterói e região existe sim um sindicato comprometido com as causas do trabalhador. Não nos vendemos a interesses escusos e muito menos aliviamos as más empresas que não cumprem o acordo coletivo. Estamos atentos e só este mês vamos realizar dezenas de mesas redondas para cobrar de empresários descompromissados os direitos dos trabalhadores. Esse é o nosso jeito de trabalhar. Sempre ao lado do Vigilante. Agora durmo mais tranquilo em saber que esses trabalhadores do campus da UERJ em São Gonçalo poderão colocar comida nas mesas de suas casas e ter tranquilidade para trabalhar no dia seguinte", desabafa Cláudio Vigilante.

Assessoria de Comunicação SVNIT

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Vigilantes da Empresa Dinâmica podem parar quarta feira dia 19/06

Os Vigilantes da Empresa de Segurança Dinâmica que presta serviço na UERJ de São Gonçalo, decidiram solicitar o apoio do Sindicato SVNIT e do Presidente Claudio Vigilante para cobrar da Empresa o pagamento de salário que até o presente momento não saiu e também o pagamento das ferias, onde temos vigilantes com mais de 60 dias que saiu de ferias e ainda não recebeu.

Segundo Claudio Vigilante não é possível que a Empresa deixe os trabalhadores nessa situação, pois com os salários atrasados os companheiros não podem dar o sustento adequado para as suas famílias, alem de pagar as suas contas em atraso.

Com o apoio do Sindicato os Vigilantes ficam mais fortes, esta disposição que a diretoria do Sindicato SVNIT vai apoiar os companheiros, e se a Empresa não efetuar o pagando do salário e das ferias que estão em atraso nesta terça feira dia 18/06 até o final da noite, na Quarta feira dia 19/06 todos os Vigilantes da Dinâmica que prestam serviço na UERJ de São Gonçalo não vão assumir o serviço, retornando somente após os pagamentos devidos.
VIGILANTE UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO.

A diretoria do SVNIT

Plenária decide valor mínimo para contratação de vigilantes durante a Copa das Confederações

No último dia 13 de junho a plenária realizada pela Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), em Brasília, reuniu representantes de entidades sindicais de todo país onde se discutiu temas importantes como a regulamentação da Lei 12.740/2012, que trata sobre a periculosidade, e sobre as contratações de vigilantes durante a Copa das Confederações e a Copa do Mundo de 2014 no Brasil.

Após os debates, os sindicalistas decidiram que CNTV seria a responsável por orientar os sindicatos que atuam em cidades onde acontecerão jogos das competições. A orientação é de que os Sindicatos que forem procurados pelas empresas de segurança e pela COL não negociem os valores homem/hora do vigilante por menos de R$ 15,00. Os Sindicatos deverão, ainda, garantir o pagamento do tíquete refeição, passagens para transporte, o pagamento proporcional de risco de vida e o seguro de vida.

Com essa iniciativa, apoiada pelo Sindicato dos Vigilantes de Niterói, os vigilantes que trabalharem 08 horas por dia receberão R$ 120,00 e por 12 horas o valor de R$ 180,00, além dos benefícios.

De acordo com presidente do SVNIT, Cláudio Vigilante, a FIFA e as empresas de Segurança  precisam  respeitar  a categoria.

“Não é possível que num evento tão importante acontecendo no Brasil, os vigilantes e os trabalhadores brasileiros sejam desvalorizados”, afirma Cláudio.

Cláudio Vigilante entende que este é o momento das Entidades Sindicais se afirmarem na defesa dos trabalhadores.

“Não vamos deixar que a FIFA, a COL e nem as Empresas de Segurança explorem a categoria obtendo lucros exorbitantes em cima da força de trabalho dos vigilantes e pagando migalhas como remuneração. A responsabilidade é muito grande dos vigilantes dentro dos estádios”, revela o presidente do SVNIT.

A direção do Sindicato dos Vigilantes de Niterói vai estar atenta a todas as contratações e às empresas que irão prestar serviços no estádio do Maracanã. O presidente Cláudio Vigilante, afirmou ainda que mesmo o Rio não sendo base territorial do Sindicato, a direção do SVNIT tem a obrigação de acompanhar e fiscalizar as contratações e as condições de trabalho dos vigilantes, uma vez que a entidade tem assento na direção da Confederação Nacional dos Vigilantes e isso implica numa atenção aos trabalhadores de todo país.

“Qualquer irregularidade encontrada vamos encaminhar a denúncia para o sindicato do Rio de Janeiro e para a Confederação Nacional dos Vigilantes para que os trabalhadores não sejam prejudicados”, conclui Cláudio.

Claudio Vigilante, além de Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões, é também diretor da Confederação Nacional dos Vigilantes.

“Espero que os Sindicatos de Vigilantes dos Estados onde teremos jogos da Copa das Confederações e da Copa do Mundo sigam a orientação da nossa Confederação Nacional dos Vigilantes que teve aprovada por unanimidade na plenária que nenhum sindicato aceite a oferta inferior a R$ 15 por hora de serviço de cada vigilante. Temos que cumprir à risca e beneficiar os trabalhadores”, afiança Cláudio Vigilante.

Fonte: Assessoria de imprensa SVNIT


sexta-feira, 14 de junho de 2013

Vigilantes aprovam texto de sugestão para regulamentação da Lei 12.740

Vigilantes de todo o país aprovaram nesta quinta-feira (13), na sede da CUT Brasília, a sugestão de texto para regulamentação de Lei 12.740, que será encaminhada ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) na próxima semana. Sancionada em dezembro passado e atualmente passando por processos para ser regulamentada, a Lei prevê o pagamento do adicional de 30% de risco de vida/periculosidade aos vigilantes. Para garantir o que já foi conquistado com a Lei, a categoria concentra esforços para apresentar uma sugestão de texto que atenda às necessidades de todos os segmentos. Os presidentes dos Sindicatos dos Vigilantes de Niterói e região, Cláudio Vigilante, de Petrópolis e região, Adriano Linhares, e de Duque de Caxias, Carlos Gil, participaram da plenária e dos debates para a construção do texto que será apresentado ao MTE.

Os dirigentes sindicais decidiram, por unanimidade, levar a discussão primeiramente ao MTE, que deve ser o aliado preferencial juntamente com o Ministério Público. Também foi estabelecido pela plenária que a CNTV e todos os sindicatos devem encaminhar o texto aprovado pelos presentes. “Dessa forma reforçaremos a ação e daremos peso maior ao documento construído com a participação dos trabalhadores”, explicou José Boaventura, presidente da CNTV.

Além disso, será sugerida a busca do apoio técnico necessário que deve ser também na área da saúde, e não apenas jurídica. Os dirigentes sindicais também concordaram em propor ao MTE uma definição melhor sobre proteção de vida. “Esse debate precisa estar presente dentro dos sindicatos, com as bases, e deve ser levado ao Ministério”, afirmou Boaventura.

Os participantes tiveram a oportunidade de contar como está a situação em cada estado, os resultados da campanha pelo pagamento do adicional de 30% e a luta por melhores condições de trabalho.


O secretário Geral da CNTV, João Soares, ressaltou a importância da luta pelo pagamento dos 30% e falou sobre os resultados positivos dessa conquista. “Nós percebemos claramente como trouxe mudanças positivas, não só pela questão financeira, mas serviu para valorizar os vigilantes. Precisamos continuar trabalhando em ações dessa forma, que trazem o trabalhador para a luta e que comprove sua importância para a sociedade”, disse.

Fonte: Assessoria de Imprensa e CNTV

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Dirigentes estão em Brasília para discutir a regulamentação da Lei 12.740/12

Dirigentes sindicais do Estado do Rio estão em Brasília para discutir a regulamentação da lei 12.740/12 que concede o adicional de periculosidade aos vigilantes. Os presidentes dos Sindicato dos Vigilantes de Niterói, Cláudio Vigilante, Petrópolis, Adriano Linhares , e Duque de Caxias, Carlos Gil, participam dos debates com diretores da Confederação Nacional dos Vigilantes na sede da entidade na capital federal. A regulamentação deve acontecer nos próximos meses e os trabalhadores devem levar ao Ministério do Trabalho seus apontamentos e considerações ao texto da lei.


Plenária Nacional acontece amanhã

Vigilantes de todo o país estarão reunidos na próxima quinta-feira (13), em Brasília, para a Plenária Nacional, quando será discutido o texto proposto pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para a regulamentação da Lei 12.740/2012. A atividade será realizada no auditório da CUT Brasília (SDS Ed. Venâncio IV, subsolo, lojas 4, 14 e 20), terá início às 9h e seguirá até às 17h.

A Plenária Nacional é parte importante do processo de mobilização política da categoria em torno do Risco de Vida/Periculosidade. A união da categoria tem reafirmado e fortalecido a luta nesse importante tema. Assim como as plenárias de janeiro e março se mostraram acertadas para negociações e garantias de pagamento dos 30%, o debate sobre a regulamentação deve seguir o mesmo caminho.


A CNTV abriu espaço para que as entidades enviassem suas sugestões em relação ao texto de regulamentação da lei. As propostas recebidas, os debates realizados em cada sindicato e um exercício que reuniu advogados e outras autoridades resultaram num texto contendo propostas para o MTE que será submetido à análise e críticas dos participantes da Plenária.

Fonte: Willian Chaves - Assessoria de Imprensa

CUT ocupa Câmara e votação do PL da terceirização é adiada para julho

Com a sala tomada por militantes da CUT, os parlamentares da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) resolveram na tarde desta terça (11) adiar para 9 de julho a votação do Projeto de Lei 4.330/2004, que regulamenta a terceirização.

A decisão é mais uma vitória das centrais sindicais. Pela manhã, em reunião com o governo federal, ficou acertado que o Executivo irá dialogar com parlamentares e empresários para construir uma mesa quadripartite de negociação capaz de definir uma proposta consensual ao PL.

Para os trabalhadores, o projeto de autoria do deputado federal Sandro Mabel (PMDB-GO) e relatoria do também deputado Arthur Maia (PMDB-BA) representa um imenso retrocesso, ao permitir a terceirização na atividade-fim da empresa – a principal –, possibilitando, assim, que atue sem qualquer funcionário contratado diretamente. Além disso, praticamente extingue a responsabilidade solidária, aquela em que a tomadora de serviços fica responsável por quitar obrigações trabalhistas não cumpridas pela terceirizada.
Com a fragmentação do quadro de trabalhadores, o texto ainda joga a favor da fragilidade da representação sindical, tudo o que muitos empresários anseiam.

Presente na sessão desta terça na Câmara, o presidente da CUT, Vagner Freitas, destacou a mobilização das centrais, mas ressaltou que agora a missão é unificar a base para pressionar os parlamentares a aprovarem um projeto que não jogue a favor da precarização.

“Nós temos uma negociação com o governo num prazo semelhante à volta do PL para a Comissão e isso nos dá a chance de dialogar com os trabalhadores e fortalecer nossa posição. Daqui um mês, quando vier para votação, teremos construído uma proposta quadripartite e faremos com que nossa visão saia vitoriosa”, disse.

Secretária de Relações do Trabalho da CUT, Maria das Graças Costa, também defendeu a necessidade de estreitar a discussão internamente e com as outras centrais.

“Temos aqui uma grande vitória, mas precisamos aprofundar nossa unidade. Vamos continuar o debate sobre esse tema, tanto na próxima reunião de secretariado quando na direção nacional da CUT, para estabelecermos quais pontos podemos negociar e sobre quais não aceitamos acordo. Precisamos repetir neste próximo mês a unidade que demonstramos aqui”, afirmou.

Fonte: CUT

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Prefeito de Niterói e ministro das Cidades assinam acordo para obras de contenção em encostas com a participação do Movimento Sindical

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, e o vice-prefeito, Axel Grael, assinaram, no início da tarde deste sábado, com o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, o contrato do Plano de  Prevenção de Riscos e Desastres Naturais (Contenção de Encostas), para obras a serem realizadas na cidade. Movimento Sindical participa do evento. O valor do contrato é de R$ 23.832.655,00 e vai beneficiar quatro comunidades : Caramujo, Bonfim e Caixa D’Água e Holofote. As obras de contenção ocorrerão em 16 pontos mapeados pela prefeitura nessas regiões e, de acordo com o prefeito, vão começar no início do segundo semestre. O Movimento Sindical do Leste Fluminense foi convidado para a solenidade e o Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói, Cláudio Vigilante, o Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói, Edson Rocha, e o Diretor do Sindicato dos Bancários, Jorge Porkinho, estiveram presentes.
O encontro com o ministro, no entanto, não se restringiu à assinatura do documento. Rodrigo Neves antecipou na reunião uma outra conquista para a cidade: a aprovação, por parte do Governo Federal, de um projeto que vai permitir a drenagem e a pavimentação de toda a Região Oceânica, que já receberá recursos estaduais do programa Bairro Novo.
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“Em breve, o ministro Aguinaldo Ribeiro vai anunciar mais R$ 777 milhões para a Região Oceânica aqui de Niterói. Esse projeto será detalhado em breve, mas já foi selecionado  pelo governo federal. Serão R$ 777 milhões para concluir toda a drenagem e pavimentação da Região Oceânica que hoje já tem garantidos R$ 70 milhões de uma parceria entre a prefeitura e o governo do estado para este tipo de intervenção. Com o novo projeto, toda a RO será beneficiada”, comemorou o prefeito.
Rodrigo citou, ainda, a liberação dos recursos (R$ 320 milhões) para a construção da TransOceânica . “Pela primeira vez Niterói foi selecionada por um projeto no PAC da Mobilidade Urbana e isso significa que nós obtivemos o financiamento para fazer a maior obra de infraestrutura de Niterói, uma obra de R$ 320 milhões. Niterói vai voltar a sorrir”, disse Rodrigo Neves.
O vice-prefeito Axel Grael ressaltou a importância da visita do ministro e a parceria estabelecida entre os governos federal, estadual e municipal. “Estamos tendo a parceria real do governo federal, não apenas em visitas, mas na assinatura de contratos, convênios e projetos. E isso está fazendo uma diferença muito grande. Tenho certeza que os programas que foram apresentados para o ministro farão diferença no nosso município, em toda a cidade” resumiu.
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Aguinaldo Ribeiro, por sua vez, reiterou o compromisso do governo federal em apoiar as iniciativas de Niterói e prometeu todo o apoio e empenho para a concretização das propostas apresentadas.
“A palavra que trazemos é parceria, que representa muito bem esse momento que estamos vivendo. Essa parceria é que a presidenta Dilma nos têm orientado, no objetivo comum de termos as ações concretizadas. Da parte do nosso Ministério da Cidade, Niterói pode contar conosco”, afirmou Aguinaldo Ribeiro.
Fotos: Luciana Carneiro e Willian Chaves
Fonte: Prefeitura de Niterói

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Movimento Sindical se reúne com prefeito Rodrigo Neves

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, recebeu uma comitiva do Movimento Sindical da cidade nesta sexta-feira, 07, em seu gabinete para tratar de assuntos relacionados aos trabalhadores da cidade. Indústria Naval, segurança priva, transporte entre outros assuntos foram debatidos com o chefe do executivo que se mostrou empenhado em apresentar soluções às demandas. Os dirigentes sindicais participantes da reunião foram Edson Rocha, Sindicato dos Metalúrgicos, Cláudio Vigilante, Sindicato dos Vigilantes, Jorge Antônio Porkinho, Sindicato dos Bancários, e alguns convidados.


Os sindicalistas lembraram ao prefeito problemas antigos vividos pela classe trabalhadora na cidade e demonstraram a importância da prefeitura desenvolver programas com os trabalhadores.

O prefeito sinalizou a intenção de planejar uma agenda bimestral com os sindicatos para ouvir as demandas das entidades. Os secretários municipais Anderson Pipico, de Participação Social, e Maria Célia Vasconcelos, da Secretaria Executiva  participaram da reunião.

Rodrigo Neves elegeu os dois secretários como interlocutores do Movimento Sindical. Os dirigentes sindicais demonstraram satisfação com os projetos do prefeito e esperam um relacionamento mais próximo do Executivo nos próximos meses. 

O Movimento Sindical de Niterói nasceu de uma união de sindicatos que visa fortalecer as entidades representativas da classe trabalhadora. A região do leste fluminense terá mais força para indagar e cobrar políticas públicas voltadas para os trabalhadores de toda região. Os Sindicatos interessados em participar do Movimento Sindical devem procurar os presidentes dos Sindicatos dos Vigilantes, Cláudio Vigilante, e dos Metalúrgicos, Edson Rocha.


Willian Chaves – Assessoria de Imprensa

Sindicato pressiona e Empresa Facility efetua pagamento antes do 5º dia útil

Após a pressão realizada pela diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e região a Empresa de Segurança Facility iniciou o pagamento dos salários dos vigilantes que vinha sendo pago atrasado, além do fornecimento das passagens e tíquetes refeição. O presidente do Sindicato, Cláudio Vigilante, procurou os contratantes para comunicar à empresa que o descumprimento da Convenção Coletiva geraria despesas ainda maiores e que a categoria estava pronta para uma paralisação em massa dos serviços.

“Quem trabalha sem receber é escravo e não posso concordar com isso. Parece que a pressão nos contratantes também surtiu efeito e a prova foi que a empresa no 05/06 efetuou o pagamento dos trabalhadores. Esse é o trabalho que o Sindicato tem desenvolver defendendo os trabalhadores”, ressalta Cláudio.

O presidente da entidade alertou ainda para outras irregularidades que as empresas vem cometendo na em  Niterói e região como escalas exageradas, carga horária excessiva, pagamento de adicional noturno de forma incorreta, fornecimento de passagens e tíquete refeição em duas vezes, além de não fornecer os uniformes corretamente. Todas essas faltas de condições de trabalhados estão sendo minuciosamente apuradas pelo Sindicato.

“Estou presidente de uma entidade que representa a categoria em Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Rio Bonito e Maricá/RJ e não vou aceitar que essa empresa e que nenhuma outra venha para Niterói e região  prejudicar e explorar os companheiros”, afirma Cláudio Vigilante.

O Sindicato solicita aos vigilantes que todos os problemas enfrentados pela categoria nos postos de serviço devem ser denunciados à entidade através do email, telefone ou através do site.

“Quero agradecer a confiança dos vigilantes em nosso trabalho. A entidade sindical é feita pelos trabalhadores e para os trabalhadores. O trabalho sério ganha respeito e, assim, conquistamos importantes vitórias como essa da empresa Facility que pagou os salários atrasados. Vamos continuar apurando todas as irregularidades e se caso houver pendências vamos solicitar uma fiscalização durante a audiência no Ministério do Trabalho que está agendada para o próximo dia 18 de junho. A empresa deve pagar a multa de 25% pelo atraso do pagamento do salário nos meses de Março de Abril conforme está em nossa CCT e esse dinheiro deve ser revertido para os trabalhadores”, conclui Cláudio.

Por isso que o slogan da nossa entidade sindical é:


SÓ QUEM SABE O QUE O VIGILANTE SOFRE EM SEU POSTO DE SERVIÇO É OUTRO VIGILANTE. 

Assessoria SVNIT

quinta-feira, 6 de junho de 2013

CNTV se reúne com nova coordenadora da CCASP da Polícia Federal

O presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), José Boaventura, juntamente com o assessor jurídico da Confederação, Dr. Jonas Duarte, e o secretário Geral do Sindicato dos Vigilantes do DF (Sindesv-DF), Moisés Alves da Consolação, se reuniram na manhã desta terça-feira (4) com a nova Coordenadora Geral Central de Segurança Privada da Polícia Federal, Dra. Silvana Helena Vieira Borges. No encontro, agendado para cumprimentar a coordenadora, também foram tratados problemas específicos da categoria.

O momento serviu para pedir socorro para os vigilantes de escolta armada, que têm sido vitimados pela falta de profissionalismo e irresponsabilidade das empresas. A realidade atual é de trabalhadores sendo obrigados a trabalhar em carros 1.0, sem blindagem e com armamento e coletes inadequados para o exercício de suas funções. Além disso, é comum encontrar equipes que estão sendo reduzidas de 4 para 2 vigilantes. Outro problema é o desrespeito ao intervalo de descanso e à jornada legal. Trabalhadores são obrigados a realizar viagens sem condições físicas e psíquicas.

Diante dessa realidade, a CNTV propôs uma reunião especial da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP) para tratar o tema. A intenção é discutir a obrigatoriedade de o trabalho ser realizado somente com veículos 2.0 blindados, com equipes de 4 pessoas, uso de pistola em vez de revólver, além de escopeta e munição suficiente para defesa pessoal.

Também fazem parte das propostas da CNTV a limitação de jornadas e fixação obrigatória de intervalo de descanso entre uma operação de escolta e outra, tomando-se como referencial a lei nº 12.619/2012, relacionada aos caminhoneiros e a realização de uma reunião especial da CCASP para debater e aperfeiçoar as sugestões apresentadas no encontro.

A Confederação também cobrou a fiscalização, que tem sido falha em alguns Estados. “Alguns bancos e empresas têm descumprido descaradamente a legislação. Também denunciamos a insegurança no abastecimento de caixas eletrônicos e nos comprometemos a enviar vídeos que mostram vigilantes da Prosegur e Brinks de joelhos, no corredor de um shopping, sem qualquer proteção, realizando o abastecimento”, disse Boaventura.

Mostrando-se sensível aos argumentos, a coordenadora afirmou que pautará o tema em reunião específica ou geral – ainda a definir.

“Nossa avaliação é bastante positiva. Já conhecemos o compromisso da Dra. Silvana e o respeito à lei, a seriedade com as coisas e o comprometimento com a melhoria e profissionalização da segurança privada. Também manifestamos nosso interesse e disposição em contribuir para que sua gestão coloque a segurança privada no papel de defender a vida e a cidadania”, destacou Boaventura.


Fonte: CNTV