terça-feira, 29 de dezembro de 2015

VIgilantes de UPAs continuam de braços cruzados

Nesta terça-feira (29) os vigilantes da UPA no Colubandê, em São Gonçalo, continuam de braços cruzados e protestando contra a empresa HBS para cobrar o pagamento de salários, 13º salário, férias não pagas e rescisões contratuais não indenizadas.

O Sindicato SVNIT está presente com a categoria.





quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Vigilantes e bancários combatem propostas que restringem o direito de greve e que atacam a proteção à vida

Em reunião realizada na segunda-feira (14), na sede da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), em Brasília, o presidente da entidade e o secretário geral, José Boaventura e Cláudio José, debateram com diretores da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e aprovaram a elaboração de um documento pedindo a exclusão de itens do Projeto de Lei 4238/2012 que tratam os serviços bancários como essenciais e introduzem o conceito de segurança privada como assunto de interesse nacional. 

Mesmo tratando, a princípio, do Piso Nacional dos Vigilantes, o PL 4238/2012 apresentou também propostas de estatuto da segurança privada, trazendo em seu bojo os itens contestados pelos trabalhadores. Segundo o presidente da CNTV, José Boaventura, as inclusões são inaceitáveis, algumas até alheias ao próprio tema da segurança privada. “É restrição ao direito de greve dos trabalhadores e até mesmo ao debate sobre as questões de segurança nos bancos e em outras instâncias, como municípios e estados, por exemplo”, explicou Boaventura. 

O documento produzido pela CNTV e pela Contraf-CUT pedindo a exclusão dos itens será encaminhado aos parlamentares. O PL está para ser votado no plenário da Câmara e depois irá ao Senado. 

Nova reunião para o dia 13 de janeiro para dar continuidade à discussão desse e outros assuntos de interesse dos vigilantes e bancários. Entre eles está a abertura remota de portas, o problema dos sequestros e a atuação de ambas na Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP). 

Fonte: CNTV

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Nova reunião do GT Monitoramento define próximos passos do debate

Reunidos na manhã desta quinta-feira (10), na sede da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), em Brasília, os integrantes do Grupo de Trabalho (GT) de monitoramento eletrônico definiu aquilo que deve ser elaborado e apresentado no próximo encontro. O objetivo é estabelecer o perfil do trabalhador da área e, a partir daí, debater orientações e limites para a atuação profissional. 

Presidida pelo secretário Geral da CNTV, Cláudio José, a reunião contou ainda com a participação do presidente do Sindmonitoramento de Curitiba e Região, Ademir Pinckeski, únicos representantes laborais presentes. Também estiveram presentes representantes da Abrevis, Febraban e Fenavist. Para contribuir com o debate, o Sindmonitoramento e os sindicatos de vigilantes de Brasília e Petrópolis encaminharam o levantamento de alguns problemas encontrados em suas bases de representação. 

Para o próximo encontro, as entidades que participaram da reunião se comprometeram a apresentar mais dados, incluindo o perfil do trabalhador em monitoramento e a definição objetiva da atividade. 

Para Cláudio, a reunião foi positiva. “Tiramos alguns pontos importantes para buscar enquadrar, dentro da segurança privada, a questão do monitoramento eletrônico. Mais uma vez, a CNTV sai na frente no sentido de defender e buscar mecanismos que venham garantir a segurança dos trabalhadores”, afirmou. 

Fonte: CNTV

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Comunicado aos Vigilantes da Empresa de Segurança Protege.

Comunicamos a todos os Vigilantes da empresa protege que estivemos hoje mantendo contato com o Diretor de Segurança do Bradesco para tratar do assunto contratação de Horista por parte da empresa Protege, denunciamos a atitude da empresa em contratar vigilantes como Horista para fazer rendições de almoço na nossa base Territorial.
Informamos que não vamos aceitar essa falta de respeito com os trabalhadores e que não aceitamos reduzir salário dos companheiros, solicitamos a interferência da Direção do Bradesco para esse absurdo não continue.
Nos foi comunicado que tinha sido encaminhado para a Protege pela Matriz do Bradesco um pedido de explicação e esclarecimento sobre o Fato.
Informamos ao Bradesco que se a protege não desfazer a contratação como horista e voltar a contratar os Vigilantes como mensalista como determina a Convenção Coletiva de Trabalho, vamos levar o carro de som para a porta das agencias em questão além de denunciar a empresa Protege e o banco no Ministério Publico do Trabalho.
Aproveitamos a oportunidade para Solicitar aos Vigilantes de outros Municípios que estiverem sendo contratados por alguma empresa na função de Horista que denuncie a situação ao Sindicato da Sua região, para que o mesmo possa impedir essa falta de respeito.
Já estamos apurando se outras empresa estão praticando essa essa situação para tomarmos providencias Legais contra esse abuso..
Claudio Vigilante
Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e regiões.

sábado, 28 de novembro de 2015

ESCLARECIMENTO AOS VIGILANTES DE NITERÓI E REGIÕES. (SVNIT) SOBRE O 13° SALÁRIO


O Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Rio Bonito e Marica/RJ, (SVNIT) comunica a todos os Vigilantes que os adicionais de Insalubridade e Periculosidade integram o pagamento do 13° salário, uma vez que fazem parte da remuneração do empregado.

Portanto no dia 20 de dezembro de 2015 quando as empresas efetuarem o pagamento da segunda parcela do 13° terá que pagar também a nossa periculosidade.

As empresas que não cumprir vamos denunciar ao Ministério do Trabalho, bastando que os trabalhadores façam a denuncia pelo site do nosso Sindicato www.svnit.org ou pelo telefone 3607-3070

Mais uma vez estamos fazendo o nosso papel que é esclarecer a categoria do seu direito e estamos buscando defender a mesma dos maus empresários.

A diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões (SVNIT).

terça-feira, 24 de novembro de 2015

CUT reconhece CNTV como legítima representante dos vigilantes do Brasil


Durante o 12º Congresso Nacional da CUT (Concut), realizado entre os dias 13 e 17 de outubro, em São Paulo, a Coordenação Nacional do XXII Concut aprovou moção reconhecendo a Confederação Nacional dos Vigilantes como entidade filiada à Central e legítima representante dos trabalhadores e trabalhadoras vigilantes e da segurança privada. No documento, a direção eleita se compromete a envidar todos os esforços no sentido de buscar a unidade dos que compõem o setor.

Após distribuir uma carta aberta falando sobre os principais problemas que a CNTV vem enfrentado junto à CUT aos delegados participantes do Concut, e juntamente com os diretores da Central Jacy Afonso, Ari Aloraldo do Nascimento, Izac Jacson e Valeir Ertle, os delegados representantes dos vigilantes decidiram levar este documento à votação. Além disso, mais de 300 assinaturas foram recolhidas em apoio ao conteúdo.

O envio da carta aberta foi deliberado durante a 13ª Conferência Nacional dos Vigilantes, realizada em outubro, em Maceió (AL).

Resolução é primeira conquista da carta aberta dos vigilantes

A carta aberta produzida pelos dirigentes cutistas da CNTV deu seu primeiro passo com o reconhecimento, por parte da Central, da Confederação Nacional dos Vigilantes como representante legítima da categoria no Brasil. Agora, a CNTV aguarda a resposta da CUT sobre o pedido de reunião com a diretoria executiva para debater as próximas ações. A entidade quer tratar sobre sua agenda na Central e ainda a formalização do Ramo da Segurança Privada na CUT.

Participaram do Concut o diretor da CNTV, do SindesvDF, e agora eleito diretor da CUT Nacional, Roberto Miguel, e os representantes do DF Paulo Quadros, Edmilson, Gilson, Gilvan, Elenilde e Juliana. Também participaram do evento Marcelo (PE), Djalma (BA), Paulo Tico (RR), Marisa (RS) e Cabral (AP).



Fonte: CNTV

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Unidade, mobilização e luta pela vida dos vigilantes de carro-forte


A Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), reuniu-se na última quarta-feira (18) em Recife (PE), para discutir no 107° encontro diversos temas relativos à normatização dos serviços de segurança privada no país.

Um dos temas de maior interesse dos trabalhadores nesta reunião foi o relatório final do grupo de trabalho sobre as melhorias na proteção dos vigilantes que atuam no transporte de valores, um setor que continua sendo um dos mais letais para a categoria, com o cotidiano de ataques, explosões, ferimentos e mortes de vigilantes. O relatório do Grupo de Trabalho acrescenta algumas propostas, inclusive apresentadas pela CNTV, como utilização de corredores exclusivos também por carros-fortes, aumento da carga de munição, etc.), mas não acata as principais e mais importantes propostas e medidas apresentadas pelos trabalhadores, que podem reduzir as mortes e sequelas (permissão para uso de fuzil, redução dos valores transportados em até 3 milhões, limite de calçada de até 250 mil, etc.).

“Esta frustração vem da posição inconseqüente do patronato, que transfere a responsabilidade somente para o poder público (combate a entrada de armas ilegais nas fronteiras, prisão de criminosos, etc.), sem investirem um centavo na melhoria dos equipamentos e procedimentos.”, destacou o presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), José Boaventura.

“Na luta pela vida dos vigilantes do transporte de valores, o remédio está na experiência da década de 90, quando conquistamos a reblindagem: união, mobilização e luta”, completou o secretário Geral da CNTV, Cláudio José.

Mais GT’s e outros temas

A Comissão Consultiva também constituiu grupos de trabalho sobre regras e procedimentos nas atividades de Segurança Bancária, Monitoramento Eletrônico e Escolta Armada.

A CNTV participa de todos, coordenando inclusive o GT de Monitoramento. Em todos, o foco da entidade é a maior proteção para os trabalhadores, a exemplo de veículos blindados 2.0 na escolta, escudos no tema dos bancos e redução dos monitores por vigilante no monitoramento, entre outras proposições.

A Mudança da Carteira Nacional de Vigilante (CNV) também foi outro assunto pautado pela CNTV e discutido na Comissão.

A CCASP é um fórum tripartite (empregado, patrão e governo), presidido pelo Diretor Executivo da Policia Federal.


Fonte: CNTV

terça-feira, 3 de novembro de 2015

CNTV propõe novo modelo da CNV à Polícia Federal


A CNTV enviou pedido à Polícia Federal de um novo modelo da Carteira Nacional do Vigilante (CNV). A entidade acredita que os vigilantes precisam de um documento mais moderno e de fácil transporte e propõe um modelo baseado em carteiras como exemplo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras entidades que já adotam documentos em pvc com foto para registro da atividade.

O documento encaminhado à chefe da Polícia Federal foi assinado pelo Secretário Geral da CNTV e presidente do SVNIT, Cláudio José de Oliveira. Para ele o atual o modelo não valoriza a categoria.

"Entendemos que o atual modelo não valoriza a nossa categoria. E como representante da categoria e da CNTV na CCASP estamos propondo um novo modelo de carteira para ser analisado pela Polícia Federal. Com a nova CNV a portabilidade do documento é facilitada, além de ser uma medida moderna em consonância com as tecnologias que vivemos", disse Cláudio Vigilante.

Imprensa SVNIT

sábado, 24 de outubro de 2015

Presidente do SVNIT concede entrevista para TV em São Paulo sobre o novo Estatuto da Segurança Privada

O secretário geral da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói (SVNIT), Cláudio José, e o secretário de Assuntos Jurídicos da CNTV e presidente Sindicato dos Vigilantes de Barueri, Amaro Pereira, participaram nesta sexta-feira do programa Visão Trabalhista em Debate, produzido pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e falaram sobre o novo Estatuto da Segurança Privada.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

VIGILANTE HORISTA NÃO! Denuncie ao Sindicato

Os empresários da segurança privada não tomam jeito e tentam à todo custo impor a figura do vigilante horista, mesmo que para isso signifique infringir a lei. O SVNIT – Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região não compactua com a implantação do vigilante horista e não vai assinar qualquer acordo coletivo para a sua liberação. Na Convenção Coletiva de 2015 assinada e registrada no Ministério do Trabalho e Emprego, essa prática é proibida.

O SVNIT recebeu denúncias nos últimos dias de que algumas empresas estão contratando vigilante horista e pagando salário abaixo do piso da categoria acertado na Convenção Coletiva. Nenhuma categoria pode receber salário abaixo do piso estabelecido. As empresas querem usar um dispositivo da CLT que versa sobre contrato parcial para criar pisos diferenciados para os vigilantes do Rio de Janeiro. Eles usam da artimanha de que essa prática facilitaria ao vigilante a arrumar um segundo emprego, o que é mentira.

Portanto, o SVNIT solicita aos vigilantes que denunciem as empresas que estiverem contratando vigilante como horista e com salário abaixo do piso da categoria. A denúncia é sigilosa, não precisa se identificar, basta informar o nome da empresa, o posto de serviço e o município da ocorrência e pode ser feita pelo telefone do Sindicato (21) 3607-3070 ou pelo site do Sindicato www.svnit.org na seção Fale Conosco. Se preferir ir pessoalmente ao Sindicato o endereço é Rua Marquês do Paraná, 143 – Centro de Niterói (próximo ao Corpo de Bombeiros).

O SVNIT não vai aceitar essa imposição patronal e as empresas que praticarem esse ilícito serão denunciadas ao Ministério Público do Trabalho de Niterói juntamente com o contratante.

“Não vamos aceitar qualquer tipo de imposição dos empresários de instalarem o trabalho escravo na nossa região. Por que rebaixar o salário do vigilante é explorar e fugir das responsabilidades. Precisamos de mais apoio dos companheiros da nossa região para impedirmos essa pouca vergonha. Que fique bem claro. Aqui, não vamos aceitar essa situação”, afirma Cláudio Vigilante, presidente do Sindicato SVNIT.

A diretoria do SVNIT é composta por vigilantes. Não aceita exploração de companheiros da categoria. Se for necessário, o Sindicato levará o carro de som na porta do posto de serviço para denunciar a afronta publicamente.


Fonte: Imprensa SVNIT

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Vigilantes debatem Lei Anticalote na 13ª Conferência Nacional


As propostas de lei anticalote já apresentadas em algumas regiões do país já resultaram em consequências importantes para garantir os direitos trabalhistas dos vigilantes. Na Bahia, a lei já está em vigor e conta com a fiscalização firme do Sindicato dos Vigilantes da Bahia para garantir que os contratos contenham cláusulas incluindo as garantias do anticalote das empresas.

Em setembro, por exemplo, uma nova licitação aberto pelos Correios não trazia a inclusão da lei anticalote no edital para contratação de empresas de segurança. Após
fiscalização do Sindicato e uma notificação enviada aos Correios, a empresa suspendeu a licitação para fazer modificar o edital e acrescentar os fundamentos do anticalote.

No Maranhão, a lei também já está em vigor e beneficia a categoria, já que muitas empresas decretam falência e não quitam os direitos do trabalhador como salários, 13º salário, FGTS e INSS.

O secretário de Assuntos Parlamentares da CNTV e deputado distrital Chico Vigilante destacou a importância de todos os Sindicatos do país debaterem a implantação da legislação em suas regiões. Ele afirma que é necessária uma campanha nacional para garantir que os legisladores se comprometam com a categoria na apresentação da proposição nas Câmaras de Vereadores e Assembleias Legislativas. No Distrito Federal a lei também já está em vigor.

“É importante, pois nos traz segurança. Em Alagoas já apresentamos uma proposta ao líder do governo na Assembleia Legislativa”, revela Ferreira, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Alagoas.

A lei anticalote prevê o depósito em conta bloqueada dos direitos dos trabalhadores terceirizados, tais como 13º salário, férias, rescisão, multa dos 40% do FGTS e depósito direto do FGTS pelo contratante na conta vinculada da Caixa. A medida visa assegurar o recebimento dos direitos aos funcionários de empresas que atrasam salários e/ou que encerram o funcionamento não efetuando os pagamentos dos encargos trabalhistas. A princípio a legislação é aplicada aos contratantes de órgãos públicos.

“No Rio de Janeiro, tem empresas que estão fugindo de contratos com o Estado. Quando elas começam a fechar alegam que não tem dinheiro para pagar as indenizações e propõem parcelamentos. Há dois meses, num posto da Imprensa Oficial, demitiram os vigilantes para colocar policiais na segurança privada. Já denunciamos aos órgãos competentes. Outro caso, foi uma empresa que parcelou as indenizações em outra região do Estado, no entanto, em Niterói fomos ao Ministério Público do Trabalho e garantimos que a empresa e o contratante pagasse todas os encargos trabalhistas e 15 dias e sem parcelamento. Foi uma vitória para todos nós. Já estamos conversando com vereadores das cidades da nossa base para apresentar o projeto anticalote”, afirma Cláudio José de Oliveira, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e região e Secretário Geral da CNTV.


Fonte: CNT

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

CNTV vai levar nova proposta do Piso Nacional dos Vigilantes à Câmara dos Deputados

O presidente da CNTV – Confederação Nacional dos Vigilantes, José Boaventura, anunciou durante a 13ª Conferência Nacional dos Vigilantes, em Maceió/AL, que a entidade vai apresentar um novo texto de projeto de lei para instituir o Piso Nacional dos Vigilantes. O esboço será entregue à deputada federal pelo Distrito Federal, Erika Kokay (PT), que será a responsável por apresentar o projeto de lei na Câmara dos Deputados. A iniciativa reabrirá as discussões sobre o piso nacional da categoria que foi retirado do texto do substitutivo ao projeto de lei nº 4238/2012 que instituiu o Estatuto Nacional da Segurança Privada e que segue para tramitação no Senado Federal.

“A CNTV vai entregar nesta semana uma nova proposta de piso nacional à deputada Erica Kokay e também ao Senador Paulo Paim para ser apresentado na Câmara dos Deputados.”

O companheiro Ademir Wiederkehr, da ContrafCut, resumiu os pontos principais do novo Estatuto e reforçou a necessidade de uma mobilização conjunta de vigilantes e bancários para garantir avanços no texto do Estatuto.

“O projeto pode entrar na pauta do Senado em outubro. Temos que aprofundar o projeto, apresentar emendas, visitar os deputados nos Estados, chamar a atenção de vereadores e prefeitos, visitar entidades representativas em busca de apoio, promover dia nacional de lutas contra retrocessos, realizar atividades integradas entre bancários e vigilantes para buscar avanços no projeto. Vamos buscar uma nova legislação que garanta a proteção à vida e à segurança das pessoas.”, disse Ademir.

Ademir destacou alguns pontos prejudiciais e que precisam ser suprimidos do texto como o Parágrafo Único do artigo 1º que diz que “A segurança privada e a segurança das dependências das instituições financeiras são matérias de interesse nacional.” Outra questão diz respeito a questões impostas pela Fenaban – Federação Nacional dos Bancos que limita a colocação de biombos nas agências bancárias apenas em capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes.

Chico Vigilante, deputado distrital e diretor da CNTV relembrou as primeiras legislações que regulamentaram a segurança privada no Brasil.  

“É importante pontuar que a primeira lei que tratou da segurança privada foi um decreto da junta militar que instituiu a segurança bancária somente. Com o surgimento da lei 7102 em 1983, ela basicamente tratava de segurança voltada apenas para os interesses das empresas”, acrescentou.

O deputado também fez referência ao novo Estatuto da Segurança Privada e destacou que o apensamento de todos os projetos apresentados na Câmara dos Deputados ao PL 4238 tornou mais difícil que o piso nacional fosse estabelecido. Chico ainda falou sobre o calibre das armas utilizadas pelos vigilantes.

“A questão do calibre das armas mexe muito com a categoria. A lei agora regulamenta os calibres para vigilante patrimonial e transporte de valores. Precisamos fechar um texto no Senado com apresentação de emendas supressivas, como a questão do interesse nacional, e aprovar o Estatuto Nacional da Segurança Privada. Agora temos que buscar os nossos aliados e apresentar um novo projeto apenas do piso nacional dos vigilantes”, concluiu.

O diretor da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Barueri, Amaro reforçou a necessidade de outros dirigentes sindicais do Estado de São Paulo se mobilizarem em favor da categoria.

“O Estado de São Paulo tem que sair do armário. Os dirigentes sindicais devem defender o piso nacional dos vigilantes. Falta mobilização. Nós vamos defender, vamos fazer uma audiência pública para conscientizar os trabalhadores sobre a necessidade do piso nacional. Não podemos aceitar que presidentes de sindicatos sejam contra o piso nacional”, afirmou.

Estatuto Nacional da Segurança Privada

Após vários anos lutando pela criação do Estatuto da Segurança Privada, os vigilantes obtiveram importantes avanços com a aprovação do relatório e substitutivo do deputado Wellington Roberto (PR-PB), relator da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, instituída para apreciar o Projeto de Lei 4238/2012, de autoria no Senado do Senador Marcelo Crivella que diferenciava os valores dos salários de acordo com o grau de risco. A sessão que apreciou e votou o texto aconteceu na quarta-feira, 16 de setembro.

Apesar da criação do Estatuto e o avanços em alguns temas, o deputado retirou do seu parecer a aprovação do Piso Nacional dos Vigilantes. O texto agora segue para o Senado onde poderão ser apresentadas emendas. A Comissão Especial apreciou PL 4238/2012 e outros 122 projetos apensados que abordavam temas referentes à segurança privada.

Avanços

Não foi de todo ruim, pois interessa aos trabalhadores a atualização da lei de 1983 (lei 7.102), a exemplo da necessária mudança na escolaridade mínima para o exercício profissional (descabido a 4ª série primaria), do respaldo legal para atuação em eventos e estádios de futebol e de forma segura na segurança eletrônica, na obrigatoriedade em lei de portas de segurança, divisórias ou biombos entre caixas nas agencias, etc.

Retrocessos


O documento, portanto, traz também retrocessos ou frustra os trabalhadores, na visão da CNTV e seus Sindicatos filiados. O texto abre brecha para o uso de tecnologia no transporte de valores (o malote de tinta, por exemplo), com riscos para o emprego e segurança. Permite ao policial aposentado entrar na profissão somente com uma extensão, flexibiliza algumas medidas de segurança nos bancos.  

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

13° CONFERÊNCIA DOS VIGILANTES

Deputado chama atenção para o crescimento da segurança eletrônica e convoca vigilantes ao debate

Para garantir contas cada vez mais gordas, empresários vem investindo em meios de substituir a mão de obra humana especializada por máquinas que não serão capazes de zelar pela vida das pessoas. Este crescimento da segurança eletrônica e a sede insaciável dos patrões por lucros demandam atenção especial dos vigilantes. Este foi o alerta do Deputado Federal Paulão (PT-AL), durante análise de conjuntura nacional e internacional na 13 Conferência Nacional dos Vigilantes. Paulão destacou que os vigilantes possuem "papel importante, porque o Estado sozinho não consegue garantir a segurança necessária para a sociedade".

Apesar disso, patrões vêm trocando vigilantes por máquinas, trabalhadores devidamente capacitados por pessoas sem a formação adequada, além de máquinas que somente registram os acontecimentos, sendo incapazes de impedir qualquer atentado à vida e integridade das pessoas e do patrimônio. "Os ricos não querem se misturar, não querem a cidadania que foi trazida pelo governo Lula. Cada vez mais a vigilância é importante, também, por conta desse apartheid que tem voltado", alfinetou.

Vigilantes precisam participar dos debates políticos "O movimento sindical é independente", destacou o deputado. "Apesar disso, tem um lado, e não é o lado do retrocesso", afirmou. O deputado distrital e secretário de Assuntos Parlamentares da CNTV, Chico Vigilante, afirmou que, diante do atual cenário político e econômico, o debate da classe trabalhadora é fundamental para fortalecer a unidade e não chegar aos níveis que a oposição quer. "Nós não podemos, de forma alguma, nos aliar aos nossos inimigos históricos.


Se não tiver debate, se não tiver consenso, se não soubermos que ainda estamos na luta de classes, vamos retroceder. Isso não pode acontecer de forma alguma", disse. Segundo Chico, a oposição vem usando o combate à corrupção para tentar minar o governo atual, mas sem mencionar que todos estão juntos nisso, querendo acabar com essa anomalia. "Só não vamos usar isso em um golpe contra um governo eleito democraticamente", afirmou. "A classe trabalhadora continua unida e não vai sucumbir a estes ataques imorais dos empresários e políticos que atendem aos interesses de uns poucos", assegurou.

Fonte: CNTV

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Miguel Rossetto é o novo Ministro do Trabalho e Previdência

O ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Miguel Rossetto (PT) (foto), vai assumir o Ministério do Trabalho e da Previdência Social, pastas que serão fundidas na reforma a ser anunciada nesta sexta-feira, 2, pela presidente Dilma Rousseff. O também petista Carlos Gabas, atual titular da Previdência, assumirá a secretaria nacional do ministério.
Ricardo Berzoini (PT), ministro das Comunicações, comandará a nova Secretaria de Governo, que vai abrigar funções da Secretaria Geral da Presidência e fará a articulação política do Palácio do Planalto com o Congresso.
A presidente Dilma Rousseff, em conversa nesta noite no Palácio do Planalto, confirmou ao líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), que os deputados Marcelo Castro (PMDB-PI) e Celso Pansera (PMDB-RJ) serão ministros da Saúde e de Ciência e Tecnologia, respectivamente. 
Com a acomodação de Pansera no Ministério de Ciência e Tecnologia, Dilma equacionou o problema que vinha tendo com o PMDB, já que Picciani queria colocar o deputado no Ministério dos Portos, que agora deve ficar com Hélder Barbalho, que hoje comanda a pasta da Pesca.
Fonte: Estadão
Nota do Sindicato SVNIT
"Esperamos que mudança traga novos rumos ao Ministério do Trabalho e Emprego. Compreendemos os esforços da presidenta Dilma em cortar gastos, porém, o mais importante é mudar os conceitos e as formas de gerir os ministérios. Que essa mudança não traga apenas um novo Ministro. Mas, sim, reformule toda a estrutura do MTE, inclusive a secretaria de relações sindicais que tanto tem prejudicado a categoria dos vigilantes. Sucesso ao Ministro Rosseto e viva a classe trabalhadora." - Cláudio Vigilante - Presidente do SVNIT.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

SVNIT é presença confirmada na 13ª Conferência Nacional dos Vigilantes


Acontece entre os dias 02 e 03 de outubro a 13º Conferência Nacional dos Vigilantes, em Maceió/Alagoas. A organização é da CNTV - Confederação Nacional dos Vigilantes e do Sindicato dos Vigilantes de Alagoas. 


O evento vai reunir sindicatos e federações de todo país para debater as campanhas salariais de 2016, a luta pelo Piso Nacional dos Vigilantes, Estatuto da Segurança Privada, Conjuntura Nacional, Política Econômica e outros desafios da categoria.
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O SVNIT - Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região terá uma comissão de diretores que participarão dos debates. A troca de experiências com sindicatos de todo país fortalece as lutas na região.

"A unidade nacional já nos rendeu vitórias importantes para a categoria como a conquista dos 30% de periculosidade. A campanha pelos 30% nasceu de um debate como essa conferência. Por isso, é muito importante essa unidade e a participação em todos os fóruns de discussões que envolvam os vigilantes. Temos a certeza que reuniremos os sindicatos sérios numa luta constante em prol da categoria. A 13ª Conferência Nacional da CNTV vai organizar as nossas batalhas em todas as regiões do Brasil", explica Cláudio Vigilante, presidente do SVNIT e Secretário Geral da CNTV.

Fonte: Imprensa SVNIT

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Relatório para criação do Estatuto da Segurança é aprovado na Câmara dos Deputados

Após vários anos lutando pela criação do Estatuto da Segurança Privada, os vigilantes obtiveram importantes avanços com a aprovação do relatório e substitutivo do deputado Wellington Roberto (PR-PB), relator da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, instituída para apreciar o Projeto de Lei 4238/2012, de autoria no Senado do Senador Marcelo Crivella que diferenciava os valores dos salários de acordo com o grau de risco. A sessão que apreciou e votou o texto aconteceu na quarta-feira, 16 de setembro.

Apesar da criação do Estatuto e o avanços em alguns temas, o deputado retirou do seu parecer a aprovação do Piso Nacional dos Vigilantes. O texto, agora segue para apreciação do plenário da Câmara dos Deputados e depois vai ao Senado. Nesses dois momentos poderão ser apresentadas emendas.

A Comissão Especial apreciou PL 4238/2012 e outros 122 projetos apensados que abordavam temas referentes à segurança privada.

Aspectos importantes

Não foi de todo ruim, pois interessa aos trabalhadores a atualização da lei de 1983 (lei 7.102), a exemplo da necessária mudança na escolaridade mínima para o exercício profissional (descabido a 4ª série primaria), do respaldo legal para atuação em eventos e estádios de futebol e de forma segura na segurança eletrônica, na obrigatoriedade em lei de portas de segurança, divisórias ou biombos entre caixas nas agencias, etc.

“Podemos dizer que a proposta de estatuto que saiu ontem da Comissão da Câmara e que agora vai a plenário e volta ao Senado, traz ganhos e perdas. Eleva a escolaridade para fundamental completo, inclui a segurança eletrônica no conjunto de normas da segurança privada, amplia a atuação dos vigilantes para Cooperativas de Crédito, inclui na segurança bancária a porta de segurança, as divisórias ou biombos, respalda em lei a nossa atuação em eventos, estádios, transporte, etc., cria a função de Gestor de Segurança Privada e de Vigilante Supervisor. São coisas positivas”, afirma José Boaventura Santos, presidente da CNTV – Confederação Nacional dos Vigilantes. 

Retrocessos

O documento, portanto, traz também retrocessos ou frustra os trabalhadores, na visão da CNTV e seus Sindicatos filiados. O texto abre brecha para o uso de tecnologia no transporte de valores (o malote de tinta, por exemplo), com riscos para o emprego e segurança. Permite ao policial aposentado entrar na profissão somente com uma extensão, flexibiliza algumas medidas de segurança nos bancos. 

Piso Nacional

A exclusão do Piso Nacional do relatório é, sem dúvida, uma derrota da categoria para a bancada de Deputados patronais, alguns donos de empresas e liderados no Congresso Nacional pelo Presidente da Câmara, Eduardo Cunha. A categoria merece e precisa de um Piso Nacional, para sua valorização. O relator do projeto alegou que os pisos salariais devam ser estabelecidos pelas Convenções Coletivas e respeitando as questões econômicas de cada região.

Mobilização

O desafio agora é fazer a batalha no Plenário da Câmara e no Senado. Alguns deputados comprometidos com a categoria já se comprometeram a apresentar um novo projeto com a nossa proposta de Piso. A mobilização da categoria será o determinante.


“A partir de agora precisaremos mobilizar ainda mais a categorias em todas as regiões. Vamos continuar lutando pelo Piso Nacional de R$ 3 mil. Acreditamos que será possível a conquista como, no passado, acreditamos na periculosidade. A CNTV e os Sindicatos devem se organizar em atos e informar a todos os vigilantes sobre as nossas lutas”, afirma Cláudio José de Oliveira, presidente do SVNIT – Sindicato dos Vigilantes de Niterói e região e Secretário Geral da CNTV.

Fonte: Imprensa SVNIT e CNTV

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Sem acordo, votação do Estatuto da Segurança Privada é adiada mais uma vez

Durante A votação do projeto de lei 4238/12 que pretende criar o Estatuto da Segurança Privada no Brasil foi adiada mais uma vez. O parecer do relator, deputado Wellington Roberto (PR-PB), que estava marcado para ser votado na tarde desta quarta-feira (09), na comissão especial da Câmara dos Deputados, foi adiado por pressão dos trabalhadores para que a matéria avance no valor defendido: R$ 3 mil.

Vigilantes de todo o país acompanharam de perto a votação do parecer e pressionaram para que o texto do relator atendesse as reivindicações da categoria. Depois de muito debate e diálogo entre os deputados e os dirigentes da Confederação Nacional dos Vigilantes, representada pelo presidente José Boaventura e o deputado Chico Vigilante, a comissão decidiu por adiar a votação do parecer para a próxima quarta-feira (16).

O presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), José Boaventura Santos, pontuou que “o projeto tem como centro o estabelecimento do piso nacional, o que não foi incluído no relatório. A nossa proposta é o piso de R$ 3 mil e esperamos avançar esta semana”.

O diretor da CNTV e deputado distrital Chico Vigilante destacou que “apesar dos avanços com relação à legalização da segurança privada no Brasil, mas vamos continuar lutando pelo piso nacional de R$ três mil reais”, destacou. Para o parlamentar, o Estatuto é a oportunidade de colocar todos os vigilantes que trabalham ilegalmente dentro da legalidade.

Representando o Estado do Rio de Janeiro estiveram presentes na reunião os presidentes dos Sindicatos dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região, Cláudio Vigilante, Duque de Duque de Caxias, Carlos Gil, e Petrópolis, Adriano Linhares.

Saiba mais- Texto apresentado pelo relator, deputado Wellington Roberto (PR-PB), é um substitutivo ao Projeto de Lei 4238/12 do Senado que cria um piso salarial para vigilantes. O relator apresentou um substitutivo ao projeto original e a diversos apensados, propondo a criação do Estatuto da Segurança Privada e da Segurança das Instituições Financeiras.


Aprovação na comissão especial será a última etapa antes de ser levado para ser votada em Plenário na Câmara dos Deputados.

Fonte: CNTV

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Vigilantes da CNTV avisam: se a chantagem com a 12x36 continuar, a categoria vai partir para a greve em todo o país

Durante a reunião da diretoria executiva da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) realizada nesta quinta-feira (3) em Salvador (BA), os vigilantes decidiram partir para a greve caso os empresários e a federação patronal Fenavist continuem atacando o direito da escala 12x36. A CNTV orienta ainda que suas entidades filiadas não negociem qualquer alteração na jornada.

Por se tratar de uma jornada exaustiva, a súmula 444 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) prevê a possibilidade de se trabalhar 12 horas seguidas e gozar de 36 horas de descanso. O acerto precisa ser feito via Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) ou Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e não pode, como os patrões vêm ameaçando fazer, ser extinta por decisão unilateral.

Também é direito do trabalhador em regime 12x36 receber em dobro os feriados trabalhados, quando isso ocorrer em seu dia de folga.

O presidente da CNTV, José Boaventura, destacou que a jornada 12x36 é conquista dos vigilantes e que não pode ser retirada, nem utilizada como instrumento de chantagem. “Direito não se retira, se amplia! Não vamos cair nas investidas da Fenavist e acreditar que a 12x36 chegou ao fim. Se insistirem na chantagem vamos parar”, avisou.

O deputado distrital e secretário de Assuntos Parlamentares da CNTV, Chico Vigilante confirmou a convocatória para uma greve nacional. “Se o patronato quiser mexer neste direito que foi construído com muito sangue e suor dos trabalhadores, nós iremos convocar uma Greve Geral Nacional dos Vigilantes em defesa da jornada 12/36”, garantiu.

Representando o Rio de Janeiro, participaram os diretores da CNTV Cláudio Vigilante (presidente SVNIT – Niterói), Carlos Gil (presidente SindVig Duque de Caxias) e Adriano Linhares (presidente SindVig Petropólis).


Fonte: CNTV

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Deputado apresenta relatório do PL 4238

O relator do Projeto de Lei 4238/2012, Deputado Wellington Roberto (PR/PB), não apresentou o documento contendo suas avaliações sobre o PL, que trata do Piso Nacional dos Vigilantes. Em audiência realizada nesta quarta-feira (1º), o parlamentar comunicou a existência do documento, mas não o leu. Vários outros deputados, incluindo a parceira de longa data dos vigilantes, Erika Kokay, pediu vistas do relatório.

Segundo Wellington, caso a apresentação fosse novamente adiada, o presidente da Casa, o deputado Eduardo Cunha, poderia levar a matéria direto ao Plenário, prejudicando assim o debate.

A Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) participou da audiência. Segundo o presidente da entidade, José Boaventura, existe a preocupação de não haver valores estabelecidos para o Piso Nacional dos Vigilantes.

“Menciona, mas deixa em aberto para o processo de diálogo”, explicou.

Além disso, o PL 4238/2012 traz aspectos “inaceitáveis”, segundo Boaventura, no tocante ao Estatuto da Segurança Privada.

“As seguranças bancárias e privadas são colocadas como assunto de interesse nacional, o que pode ser impeditivo para avanços locais”, afirmou.

Boaventura destaca ainda que, caso o tema seja de interesse nacional, poderá haver também o impedimento de greves de vigilantes e bancários, uma vez que juízes estarão livres para determinar a ocupação policial dos bancos, ou a manutenção de 90% dos funcionários nos postos de trabalho, por exemplo.

“À primeira vista nós não ficamos satisfeitos”, concluiu.

Outro problema constatado é a manutenção da escolaridade mínima como sendo de nível fundamental, enquanto a CNTV e os vigilantes do país pedem que seja nível médio.

“Nós não abrimos mão que a escolaridade mínima seja de ensino médio completo”, afirmou Boaventura.

É fundamental que os vigilantes estejam unidos em mais esta luta. A pressão da categoria é decisiva!


Fonte: CNTV

sábado, 29 de agosto de 2015

Vigilantes de Niterói protestam contra o fim da jornada 12x36

O SVNIT - Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região realizou um ato nesta sexta-feira (28), na Praça Arariboia, em frente a estação das barcas em Niterói, para alertar a categoria e também a população sobre as tentativas dos empresários da segurança privada de acabar com a escala 12x36 o que implicaria numa precarização dos serviços prestados pelos vigilantes e acarretaria em demissões. Em todo o país, Sindicatos, Federações e a Confederação Nacional dos Vigilantes – CNTV foram às ruas para denunciar:
- Patrões que tentam fazer chantagem com a categoria propondo o fim da jornada fixada em convenções coletiva 12x36 (doze horas de trabalho com trinta e seis de descanso);

- a tentativa de usar da chantagem para esconder suas práticas ilegais, abusivas e atentatórias à dignidade dos trabalhadores, quando descumprem as leis e Convenções Coletivas, impondo serviços em folgas, férias, etc;

- a tentativa de criar um clima de instabilidade e terror na categoria, uma vez que a jornada 12x 36 existe somente em função das CCTs e não pode ser suprimida por vontade unilateral de patrões;

Os dirigentes do SVNIT distribuíram um informativo à todos que transitavam no local para esclarecer os riscos e a chantagem dos patrões. O presidente do Sindicato, Cláudio Vigilante, afirmou que o SVNIT não assinará nenhum acordo que retire direitos dos trabalhadores.

“A proposta dos patrões é imoral. Não vamos aceitar a retirada de direitos. O fim da jornada 12x36 tornaria os vigilantes em horistas que implica em diminuição de salários. Estamos nas ruas para mostrar a toda categoria as verdadeiras intenções dos empresários. Escolhemos esse local por ter uma circulação muito grande de pessoas. Pedimos à população que repassasse as informações do nosso boletim a todos os parentes. Sempre tem alguém da família ou um conhecido que trabalha como vigilante”, afirma Cláudio.

O ato serviu para defender a criação do Piso Nacional dos Vigilantes e falar das lutas da categoria nos próximos meses.

- A aprovação do Piso Nacional de R$ 3.000 (três mil reais) no PL 4238/2012;

- o respeito à democracia e o combate a qualquer intenção de golpe.


- o emprego, direitos, conquistas, segurança e condições de trabalho baseados no respeito à dignidade humana, uma vez que, em muitas situações, somos submetidos a condições de trabalho que beira a escravidão.

Imprensa SVNIT



segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Marcelo Rodrigues é eleito novo presidente da CUT-RJ


O bancário Marcelo Rodrigues foi eleito na noite deste sábado (22) o novo presidente da CUT-RJ para o mandato 2015-2019. Marcelinho, como é conhecido, tem 34 anos, é funcionário da Caixa Econômica Federal, dirigente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro e membro da direção plena da CUT-RJ na gestão 2012-2015, que se encerra agora.

A chapa 1, encabeçada por Marcelinho, obteve 65,26% dos votos válidos contra 34,74% da chapa 2, liderada pela dirigente do Sinttel-Rio e secretária de Mulheres da CUT-RJ, Virginia Berriel. Ao todo foram 431 votos, sendo 263 para a chapa 1, 140 para a chapa 2, 23 votos nulos e 5 brancos.

Se despedindo do segundo mandato como presidente e 15 anos na direção da CUT-RJ, o também bancário Darby Igayara se emocionou ao lembrar das dificuldades e das lutas travadas nos últimos tempos e defendeu a unidade da militância cutista na próxima gestão. “A disputa verdadeira mesmo está lá fora. O congresso, a direita e os patrões nos desrespeitam, mas aqui nós estamos nos respeitando. Com certeza, vai ser uma gestão muito forte e com muitas vitórias”.

O mesmo espírito de unidade foi defendido pela candidata à presidência pela chapa 2, Virgínia Berriel. “Os nossos adversários são os patrões. Apesar das diferenças, não somos adversários e vamos trabalhar juntos”.

Em seu primeiro discurso como presidente eleito da CUT-RJ, Marcelinho convocou a militância cutista a aderir ao chamado do presidente nacional Vagner Freitas e usar todas as nossas armas para barrar qualquer retrocesso. O novo presidente também agradeceu aos jovens que participaram da construção da sua candidatura, aos funcionários da CUT-RJ pela dedicação na preparação do 15º Cecut e ao seu companheiro de direção na CUT-RJ José Antônio Garcia Lima, o qual considerou como uma referência para toda a militância cutista.

“Tenho muito orgulho de lutar ombro a ombro com cada companheiro aqui. A partir de segunda-feira não vamos ter uma nova CUT porque vamos continuar o brilhante trabalho realizando pelo companheiro Darby”.

Fonte: CUT/RJ

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

12 x 36: É o fim da jornada ou chantagem de patrões picaretas?

A Fenavist vem anunciando o fim da jornada 12x36 com a intenção de chantagear os vigilantes e encurralar a mobilização que vem tomando conta da categoria em todo o país. Com o avanço do Piso Nacional de R$ 3 mil no Congresso Nacional a entidade patronal tem utilizado a 12x36 como instrumento indecente nas negociações de 2016. Eles mesmos já lançaram mão da mesma artimanha durante a luta pelo adicional de 30% de periculosidade.

A Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) já respondeu aos patrões, em julho passado, e apontou os fundamentos mentirosos da chantagem, rechaçando qualquer negociação sobre a 12x36. A CNTV destacou que a Fenavist não assina Convenção Coletiva e reforçou que não vai cair no jogo dos patrões. “Não negociamos coisas de prostíbulo”, assegurou o presidente da CNTV, José Boaventura.

“A intenção desses patrões picaretas é ‘fazer bolhas’, como os pescadores fazem com os peixes para empurrá-los até a rede”, exemplificou Boaventura. Segundo ele, mesma manobra foi feita há dois anos, em Goiás. Os patrões produziram material para amedrontar os vigilantes e até financiaram uma direção pelega de um sindicato de vigilantes para causar terror na categoria. “Queriam ‘agitar as bolhas’, mas a CNTV e outro sindicato de luta desarmaram a rede”, afirmou.

Agora, querem voltar com a mesma jogada. “O pior é que tem gente ‘agitando bolha de novo’ e até negociando jornada de oito, seis, 4/4/4 e outras traições”, denunciou Boaventura. O que não se fala é que os patrões estão fraudando as convenções coletivas obrigando vigilantes dobrar, cobrir outros em reciclagem, etc. e depois são obrigados, na Justiça, a pagar as horas extras resultantes da desfiguração da escala 12x36.

A CNTV, federações e sindicatos de luta enfrentarão novamente e derrotarão a chantagem dos patrões picaretas e caloteiros assim como derrotaram a proposta de horista nas negociações deste ano. “Sem contar na malandragem embutida na Lei das Domésticas, que tirava nosso direito ao pagamento do intervalo intrajornada e DSR”, completou.

Não à chantagem! Não à mentira! 12x36 é liberdade do vigilante, e liberdade não se negocia. Esta liberdade é, inclusive, de ter outro emprego, caso queira.

Piso Salarial de R$ 3 mil! Mais direitos, mais respeito! Chega de picaretagem e calote!

Participe, no dia 28 de agosto, do Dia de Protesto, Ações e Paralisações contra a chantagem e em defesa do Piso Nacional.

CONCENTRAÇÃO EM NITERÓI: Praça Arariboia (Barcas). Hora: 18:00hs.
Mais informações no SVNIT.

Fonte: CNTV