sábado, 28 de novembro de 2015

ESCLARECIMENTO AOS VIGILANTES DE NITERÓI E REGIÕES. (SVNIT) SOBRE O 13° SALÁRIO


O Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Rio Bonito e Marica/RJ, (SVNIT) comunica a todos os Vigilantes que os adicionais de Insalubridade e Periculosidade integram o pagamento do 13° salário, uma vez que fazem parte da remuneração do empregado.

Portanto no dia 20 de dezembro de 2015 quando as empresas efetuarem o pagamento da segunda parcela do 13° terá que pagar também a nossa periculosidade.

As empresas que não cumprir vamos denunciar ao Ministério do Trabalho, bastando que os trabalhadores façam a denuncia pelo site do nosso Sindicato www.svnit.org ou pelo telefone 3607-3070

Mais uma vez estamos fazendo o nosso papel que é esclarecer a categoria do seu direito e estamos buscando defender a mesma dos maus empresários.

A diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões (SVNIT).

terça-feira, 24 de novembro de 2015

CUT reconhece CNTV como legítima representante dos vigilantes do Brasil


Durante o 12º Congresso Nacional da CUT (Concut), realizado entre os dias 13 e 17 de outubro, em São Paulo, a Coordenação Nacional do XXII Concut aprovou moção reconhecendo a Confederação Nacional dos Vigilantes como entidade filiada à Central e legítima representante dos trabalhadores e trabalhadoras vigilantes e da segurança privada. No documento, a direção eleita se compromete a envidar todos os esforços no sentido de buscar a unidade dos que compõem o setor.

Após distribuir uma carta aberta falando sobre os principais problemas que a CNTV vem enfrentado junto à CUT aos delegados participantes do Concut, e juntamente com os diretores da Central Jacy Afonso, Ari Aloraldo do Nascimento, Izac Jacson e Valeir Ertle, os delegados representantes dos vigilantes decidiram levar este documento à votação. Além disso, mais de 300 assinaturas foram recolhidas em apoio ao conteúdo.

O envio da carta aberta foi deliberado durante a 13ª Conferência Nacional dos Vigilantes, realizada em outubro, em Maceió (AL).

Resolução é primeira conquista da carta aberta dos vigilantes

A carta aberta produzida pelos dirigentes cutistas da CNTV deu seu primeiro passo com o reconhecimento, por parte da Central, da Confederação Nacional dos Vigilantes como representante legítima da categoria no Brasil. Agora, a CNTV aguarda a resposta da CUT sobre o pedido de reunião com a diretoria executiva para debater as próximas ações. A entidade quer tratar sobre sua agenda na Central e ainda a formalização do Ramo da Segurança Privada na CUT.

Participaram do Concut o diretor da CNTV, do SindesvDF, e agora eleito diretor da CUT Nacional, Roberto Miguel, e os representantes do DF Paulo Quadros, Edmilson, Gilson, Gilvan, Elenilde e Juliana. Também participaram do evento Marcelo (PE), Djalma (BA), Paulo Tico (RR), Marisa (RS) e Cabral (AP).



Fonte: CNTV

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Unidade, mobilização e luta pela vida dos vigilantes de carro-forte


A Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), reuniu-se na última quarta-feira (18) em Recife (PE), para discutir no 107° encontro diversos temas relativos à normatização dos serviços de segurança privada no país.

Um dos temas de maior interesse dos trabalhadores nesta reunião foi o relatório final do grupo de trabalho sobre as melhorias na proteção dos vigilantes que atuam no transporte de valores, um setor que continua sendo um dos mais letais para a categoria, com o cotidiano de ataques, explosões, ferimentos e mortes de vigilantes. O relatório do Grupo de Trabalho acrescenta algumas propostas, inclusive apresentadas pela CNTV, como utilização de corredores exclusivos também por carros-fortes, aumento da carga de munição, etc.), mas não acata as principais e mais importantes propostas e medidas apresentadas pelos trabalhadores, que podem reduzir as mortes e sequelas (permissão para uso de fuzil, redução dos valores transportados em até 3 milhões, limite de calçada de até 250 mil, etc.).

“Esta frustração vem da posição inconseqüente do patronato, que transfere a responsabilidade somente para o poder público (combate a entrada de armas ilegais nas fronteiras, prisão de criminosos, etc.), sem investirem um centavo na melhoria dos equipamentos e procedimentos.”, destacou o presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), José Boaventura.

“Na luta pela vida dos vigilantes do transporte de valores, o remédio está na experiência da década de 90, quando conquistamos a reblindagem: união, mobilização e luta”, completou o secretário Geral da CNTV, Cláudio José.

Mais GT’s e outros temas

A Comissão Consultiva também constituiu grupos de trabalho sobre regras e procedimentos nas atividades de Segurança Bancária, Monitoramento Eletrônico e Escolta Armada.

A CNTV participa de todos, coordenando inclusive o GT de Monitoramento. Em todos, o foco da entidade é a maior proteção para os trabalhadores, a exemplo de veículos blindados 2.0 na escolta, escudos no tema dos bancos e redução dos monitores por vigilante no monitoramento, entre outras proposições.

A Mudança da Carteira Nacional de Vigilante (CNV) também foi outro assunto pautado pela CNTV e discutido na Comissão.

A CCASP é um fórum tripartite (empregado, patrão e governo), presidido pelo Diretor Executivo da Policia Federal.


Fonte: CNTV

terça-feira, 3 de novembro de 2015

CNTV propõe novo modelo da CNV à Polícia Federal


A CNTV enviou pedido à Polícia Federal de um novo modelo da Carteira Nacional do Vigilante (CNV). A entidade acredita que os vigilantes precisam de um documento mais moderno e de fácil transporte e propõe um modelo baseado em carteiras como exemplo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras entidades que já adotam documentos em pvc com foto para registro da atividade.

O documento encaminhado à chefe da Polícia Federal foi assinado pelo Secretário Geral da CNTV e presidente do SVNIT, Cláudio José de Oliveira. Para ele o atual o modelo não valoriza a categoria.

"Entendemos que o atual modelo não valoriza a nossa categoria. E como representante da categoria e da CNTV na CCASP estamos propondo um novo modelo de carteira para ser analisado pela Polícia Federal. Com a nova CNV a portabilidade do documento é facilitada, além de ser uma medida moderna em consonância com as tecnologias que vivemos", disse Cláudio Vigilante.

Imprensa SVNIT

sábado, 24 de outubro de 2015

Presidente do SVNIT concede entrevista para TV em São Paulo sobre o novo Estatuto da Segurança Privada

O secretário geral da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói (SVNIT), Cláudio José, e o secretário de Assuntos Jurídicos da CNTV e presidente Sindicato dos Vigilantes de Barueri, Amaro Pereira, participaram nesta sexta-feira do programa Visão Trabalhista em Debate, produzido pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e falaram sobre o novo Estatuto da Segurança Privada.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

VIGILANTE HORISTA NÃO! Denuncie ao Sindicato

Os empresários da segurança privada não tomam jeito e tentam à todo custo impor a figura do vigilante horista, mesmo que para isso signifique infringir a lei. O SVNIT – Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região não compactua com a implantação do vigilante horista e não vai assinar qualquer acordo coletivo para a sua liberação. Na Convenção Coletiva de 2015 assinada e registrada no Ministério do Trabalho e Emprego, essa prática é proibida.

O SVNIT recebeu denúncias nos últimos dias de que algumas empresas estão contratando vigilante horista e pagando salário abaixo do piso da categoria acertado na Convenção Coletiva. Nenhuma categoria pode receber salário abaixo do piso estabelecido. As empresas querem usar um dispositivo da CLT que versa sobre contrato parcial para criar pisos diferenciados para os vigilantes do Rio de Janeiro. Eles usam da artimanha de que essa prática facilitaria ao vigilante a arrumar um segundo emprego, o que é mentira.

Portanto, o SVNIT solicita aos vigilantes que denunciem as empresas que estiverem contratando vigilante como horista e com salário abaixo do piso da categoria. A denúncia é sigilosa, não precisa se identificar, basta informar o nome da empresa, o posto de serviço e o município da ocorrência e pode ser feita pelo telefone do Sindicato (21) 3607-3070 ou pelo site do Sindicato www.svnit.org na seção Fale Conosco. Se preferir ir pessoalmente ao Sindicato o endereço é Rua Marquês do Paraná, 143 – Centro de Niterói (próximo ao Corpo de Bombeiros).

O SVNIT não vai aceitar essa imposição patronal e as empresas que praticarem esse ilícito serão denunciadas ao Ministério Público do Trabalho de Niterói juntamente com o contratante.

“Não vamos aceitar qualquer tipo de imposição dos empresários de instalarem o trabalho escravo na nossa região. Por que rebaixar o salário do vigilante é explorar e fugir das responsabilidades. Precisamos de mais apoio dos companheiros da nossa região para impedirmos essa pouca vergonha. Que fique bem claro. Aqui, não vamos aceitar essa situação”, afirma Cláudio Vigilante, presidente do Sindicato SVNIT.

A diretoria do SVNIT é composta por vigilantes. Não aceita exploração de companheiros da categoria. Se for necessário, o Sindicato levará o carro de som na porta do posto de serviço para denunciar a afronta publicamente.


Fonte: Imprensa SVNIT