O Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões e o Sindicato dos
Vigilantes de Duque de Caxias foram convidados para participar hoje dia
02/04/18 de um evento no MPT/RJ para debater o tema movimento Sindical,
que envolve a liberdade de organização sindical, de filiação sindical, a
negociação coletiva e o direito de greve, como instrumentos de defesa e
de melhoria da condição social dos trabalhadores, sob a coordenação dos
procuradores do Trabalho PRT da 1ª Região/RJ Drº João Carlos Teixeira e
Carlos Augusto Solar.
O Objetivo do MPT era ouvir as demandas
vindas dos vários Sindicatos que se encontrava presente para que juntos
pudessem buscar mecanismos para garantir os direitos dos Trabalhadores e
também buscar encontrar meios de que os Sindicatos sérios possam
continuar atuando na defesa das mais diversas categorias.
Participaram do evento o Presidente do Sindicato dos Vigilantes de
Niterói e regiões, Cláudio Vigilante, os diretores do Sindicato Adilson
Vigilante, Eduardo Carvalho e Sérgio Oliveira Além da Drª. Clarissa
Costa representando o Jurídico do Sindicato svnit, esteve presente
também representando o Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias o
Presidente do Sindicato Carlos Gil.
O Presidente do Sindicato Svnit e
Secretario Geral da Cntv Cláudio Vigilante ao fazer uso da palavra
pediu apoio do MPT para combater a reforma Trabalhista, que veio para
retirar os direitos dos trabalhadores, e mencionou alguns pontos que
afetava a toda a classe trabalhadora e em especial os Vigilantes que
estavam em Negociação Coletiva e os empresários estão buscando de todas
as formas pressionar os Sindicatos para retirar os direitos dos
trabalhadores.
Claudio Vigilante solicitou ao MPT que ajudasse os
Sindicatos na luta junto ao STF e TST para derrubar alguns artigos da
nova legislação e deu como exemplo o contrato parcial, a redução do
horário de Almoço de 1 hora para trinta minutos, contrato intermitente e
banco de horas que escraviza todos os trabalhadores.
Claudio
Vigilante salientou ainda que esses artigos na nossa categoria
prejudicará e muitos os Vigilantes não é justo que o Vigilante seja
contratado pelo contratado parcial recebendo um salário inferior ao da
CCT correndo o mesmo risco no mesmo posto de Serviço do Vigilante que
recebe o valor integral.
Finalizando Claudio Vigilante agradeceu o
convite do MPT e deu uma sugestão de que poderia ser feito uma ação em
conjunto entre Sindicato e MPT para derrubar os artigos que prejudicam
toda a classe trabalhadora e principalmente os Vigilantes.
segunda-feira, 2 de abril de 2018
quinta-feira, 29 de março de 2018
terça-feira, 27 de março de 2018
Ataque a carro-forte assusta na Niterói-Manilha, em São Gonçalo

Tentativa de roubo a um carro-forte assustou quem passava na
manhã desta segunda-feira (26) na BR-101, que liga o Rio de Janeiro a Campos,
no Norte Fluminense. Houve intenso tiroteio, mas ninguém se feriu. Os bandidos
fugiram.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, oito homens em dois
Hondas Civic usando toucas ninja abordaram o carro-forte às 10h30 no Km 300 da
rodovia, perto da praça de pedágio, no sentido Campos, em São Gonçalo. Um dos
Hondas fechou o carro-forte, e os vigiliantes revidaram. Após troca de tiros,
os bandidos abandonaram um dos Civics e fugiram.
domingo, 25 de março de 2018
NOTA SOBRE A CAMPANHA DOS VIGILANTES DO RJ ANO DE 2018.
Os
Sindicatos de Vigilantes de Niterói e Região, Petrópolis e Região e
Duque de Caxias se reuniu na Sede do Sindicato Patronal no dia 23/03/18 para tratarmos da Conclusão da CCT da categoria do ano
de 2018.
Por motivo de falecimento de um familiar a Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Itaguaí e
Seropédica não pode participar dessa reunião.
Ao iniciar as negociações detectamos que tinha algumas cláusulas na proposta Patronal que se fosse mantida prejudicaria o Trabalhador.
Imediatamente as lideranças Sindicais Claudio Vigilante, Adriano Linhares e Carlos Gil, comunicaram aos patrões que gostaria de propor alterações e foi debatido ponto por ponto.
O que mais nos chamou a atenção foi o posicionamento dos empresários em não colocar na CCT a cláusula que garante ao vigilante que o nosso regime de contrato seja mensalista e que não poderiam contratar o Vigilante como Diarista, esse ponto foi muito debatido e dissemos aos empresários que não tem nenhuma possibilidade de assinarmos a CCT sem essa Cláusula que garante o salário mensalista ao Vigilante e impede a contratação de diarista, pois as empresa poderiam prejudicar os Vigilantes, não obedecendo o Piso Salarial existente hoje.
O outro Ponto questionado foi a cláusula DA APRENDIZAGEM NA SEGURANÇA PRIVADA, o que discordamos porque não existe Vigilante aprendiz e entendemos que não cabe na nossa categoria, se essa cláusula fosse mantida as empresas poderão criar um outro modelo de contratação.
Trintídio as empresas querem colocar na CCT a autorização em caso de perda de contrato nos dias 30 dias que antecedem a data base à empresa ficaria isenta de pagar a multa pela demissão o que não concordamos que entre na CCT.
A atual legislação criou um a nova modalidade o Acordo Coletivo que pode ser feito entre o Sindicato dos Trabalhadores e a Empresa com a participação ativa dos trabalhadores, essa modalidade fortalecerá ao trabalhador que com certeza garantirá a maioria dos seus direitos, por isso propomos aos empresários que os pontos que interessa aos trabalhadores e empresa poderão se tratados através do Acordo Coletivo por empresa porque ai os trabalhadores envolvidos participaram ativamente e decidiram se aceitam ou não a proposta apresentada pela empresa naquele momento.
Reafirmamos para os empresários que nós não vamos colocar na CCT o Contrato Parcial, e nem o Intermitente pois traz prejuízo para o Trabalhador apesar de esta não nova Lei que inclusive esta está sendo questionada no STF e STJ.
Após vários debates foi encerrada a reunião com os empresários que ficaram de se reunir e analisar a nossa contra proposta e nos da uma resposta sobre os itens. abordados.
Já esta fechado o índice salarial de 2.85% no Salário e 11.62% no tíquete refeição passando para 22:00 reais, Mais como ainda falta esses pontos para serem resolvidos a CCT ainda não foi assinada.
Esperamos resolver essa situação a qualquer momento.
Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões
Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e regiões
Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias
Sindicato dos Vigilantes de Itaguaí e Seropédica
Por motivo de falecimento de um familiar a Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Itaguaí e
Seropédica não pode participar dessa reunião.
Ao iniciar as negociações detectamos que tinha algumas cláusulas na proposta Patronal que se fosse mantida prejudicaria o Trabalhador.
Imediatamente as lideranças Sindicais Claudio Vigilante, Adriano Linhares e Carlos Gil, comunicaram aos patrões que gostaria de propor alterações e foi debatido ponto por ponto.
O que mais nos chamou a atenção foi o posicionamento dos empresários em não colocar na CCT a cláusula que garante ao vigilante que o nosso regime de contrato seja mensalista e que não poderiam contratar o Vigilante como Diarista, esse ponto foi muito debatido e dissemos aos empresários que não tem nenhuma possibilidade de assinarmos a CCT sem essa Cláusula que garante o salário mensalista ao Vigilante e impede a contratação de diarista, pois as empresa poderiam prejudicar os Vigilantes, não obedecendo o Piso Salarial existente hoje.
O outro Ponto questionado foi a cláusula DA APRENDIZAGEM NA SEGURANÇA PRIVADA, o que discordamos porque não existe Vigilante aprendiz e entendemos que não cabe na nossa categoria, se essa cláusula fosse mantida as empresas poderão criar um outro modelo de contratação.
Trintídio as empresas querem colocar na CCT a autorização em caso de perda de contrato nos dias 30 dias que antecedem a data base à empresa ficaria isenta de pagar a multa pela demissão o que não concordamos que entre na CCT.
A atual legislação criou um a nova modalidade o Acordo Coletivo que pode ser feito entre o Sindicato dos Trabalhadores e a Empresa com a participação ativa dos trabalhadores, essa modalidade fortalecerá ao trabalhador que com certeza garantirá a maioria dos seus direitos, por isso propomos aos empresários que os pontos que interessa aos trabalhadores e empresa poderão se tratados através do Acordo Coletivo por empresa porque ai os trabalhadores envolvidos participaram ativamente e decidiram se aceitam ou não a proposta apresentada pela empresa naquele momento.
Reafirmamos para os empresários que nós não vamos colocar na CCT o Contrato Parcial, e nem o Intermitente pois traz prejuízo para o Trabalhador apesar de esta não nova Lei que inclusive esta está sendo questionada no STF e STJ.
Após vários debates foi encerrada a reunião com os empresários que ficaram de se reunir e analisar a nossa contra proposta e nos da uma resposta sobre os itens. abordados.
Já esta fechado o índice salarial de 2.85% no Salário e 11.62% no tíquete refeição passando para 22:00 reais, Mais como ainda falta esses pontos para serem resolvidos a CCT ainda não foi assinada.
Esperamos resolver essa situação a qualquer momento.
Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões
Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e regiões
Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias
Sindicato dos Vigilantes de Itaguaí e Seropédica
sexta-feira, 23 de março de 2018
INFORME SOBRE ANDAMENTO DA CAMPANHA SALÁRIAL DE 2018 NO RJ
Bom dia companheiros, estamos seguindo para a nossa reunião com o Sindicato Patronal, ao terminar no final da tarde, vamos soltar um nota informando aos companheiros como ficará a nossa situação se vamos fechar ou tomar alguma providencia.
Não podemos esquecer que estamos na data base e precisamos manter a nossa categoria informada da negociação Salarial.Tínhamos somente um impasse que se era assinar ou não o contrato parcial na nossa CCT, já Tínhamos dito que não íamos assinar, portanto estamos indo para reunião com objetivo de finalizar as cláusulas Sociais esperamos que não apareça nenhuma novidade ruim para a nossa categoria que impeça o fechamento da nossa Convenção. Nenhum direito a menos.
Claudio Vigilante
Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e Regiões.
quinta-feira, 8 de março de 2018
COMUNICADO AOS VIGILANTES DA EMPRESA DE SEGURANÇA G4S QUE PRESTAM SERVIÇO PARA O BANCO ITAÚ.
Companheiros Vigilantes da Empresa de
Segurança G4S que trabalham dos Municípios de Niterói, São Gonçalo,
Itaboraí, Rio Bonito e Maricá, tomamos conhecimento oficialmente de
irregularidade que está sendo cometida pela empresa e pelo Banco Itaú
que vem expondo o Vigilante e colocando em risco a integridade do mesmo
inclusive descumprido normas de Segurança que se encontra na Portaria
3233/2012.
Informamos aos companheiros que já mantivemos contato com o Setor de Segurança do Banco e já colocamos pra eles que não vamos mais aceitar que continue praticando essa irregularidade.
Estamos aguardando que o Setor de Segurança do Banco Itaú agende a reunião com o nosso Sindicato para que possamos acabar com esse problema e o Vigilante não fique mais exposto com esta sendo hoje.
Sendo marcada a reunião vamos convidar a todos os Sindicatos de Vigilantes do Estado e vamos convidar também os Sindicato dos Bancários que quiserem participar, para juntos acabarmos com essa irregularidade. Claudio Vigilante
Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões.
Informamos aos companheiros que já mantivemos contato com o Setor de Segurança do Banco e já colocamos pra eles que não vamos mais aceitar que continue praticando essa irregularidade.
Estamos aguardando que o Setor de Segurança do Banco Itaú agende a reunião com o nosso Sindicato para que possamos acabar com esse problema e o Vigilante não fique mais exposto com esta sendo hoje.
Sendo marcada a reunião vamos convidar a todos os Sindicatos de Vigilantes do Estado e vamos convidar também os Sindicato dos Bancários que quiserem participar, para juntos acabarmos com essa irregularidade. Claudio Vigilante
Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões.
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região dizem NÃO a vigilante horista e a outras propostas do patronal
Em assembleia realizada no último sábado (24/02), os vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região autorizaram o SVNIT a manter as negociações com patrões. Seguindo orientação da direção da entidade, os trabalhadores deram um sonora não à retirada de direitos proposta pelos empresários.
Durante as rodadas de negociações com os patrões, o SVNIT já havia negado propostas dos empresários de colocar na Convenção Coletiva de Trabalho a autorização da contratação de vigilante horista (contrato parcial), fim da homologação no Sindicato, criação da CCPI, o parcelamento do 13º salário em 10 vezes, a suspensão do contrato da vigilante feminino em caso de gravidez, trintídeo e a contratação intermitente.
O presidente do SVNIT, Cláudio Vigilante, considera as propostas um retrocesso nas garantias dos direitos. "Se aceitarmos a contratação do vigilante horista vamos autorizar a criação de diferentes pisos salariais no Estado. Teremos vigilantes ganhando menos de R$ 500 por mês. Como esses trabalhadores vão sobreviver? Como vai ficar o recolhimento do INSS? Enfim, somos contra essa proposta", afirma Cláudio.
A tentativa dos empresários de impor a alteração da CCT é justificada pela maldita reforma trabalhista que deu mais poder às Convenções Coletivas: o tão falado negociado x legislado. A medida pode levar a categoria a perdas históricas em direitos alcançados.
Nesta segunda-feira (26/02) acontece mais uma rodada de negociação. Os vigilantes de Niterói querem, ainda, que o patronal atenda a reivindicação da categoria com reajuste salarial com a reposição integral da inflação do período mais ganho real em dobro. O SVNIT pede ainda a redução do desconto do vale alimentação dos atuais 20% para 5%, diminuindo o valor a qual o trabalhador é obrigado a ser descontado. Ainda na quarta-feira (28/02), está agendada uma nova negociação.
Fonte: Ascom SVNIT
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
Temer desiste, por enquanto, de colocar a Reforma da Previdência em votação no Congresso
Finalizando o dia nacional de mobilização contra a "reforma" da Previdência, cerca de 20 mil pessoas protestaram na Avenida Paulista, em São Paulo, no fim da tarde desta segunda-feira (19). Se por um lado os trabalhadores comemoraram a retirada de pauta da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, por outro garantiram que não vão vacilar e seguirão mobilizados. "Continuaremos em estado de greve, alertas e pressionando os deputados. Derrotamos a Globo, o presidente (Michel) Temer, o Moro e os bancos e isso é graças aos trabalhadores", afirmou o presidente da CUT, Vagner Freitas.
Para o sindicalista, Temer tentou uma cortina de fumaça ao decretar intervenção federal no Rio de Janeiro. "Foi mais uma manobra do golpista. Nós somos contra a intervenção, até porque não é função do Exército cuidar da segurança pública. Tem de ficar atento, porque pode estender isso para outros estados com o objetivo de fortalecer o golpe", afirmou.
Hoje, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), declarou que não vai haver votação de qualquer PEC durante a vigência do decreto de intervenção federal. E garantiu que não vai haver suspensão temporária. Com a decisão de Oliveira, 190 PECs deixam de tramitar, entre as quais a do fim do foro privilegiado. A decisão vale até 31 de dezembro, mesma data do decreto de intervenção. Se o decreto for revogado, as PECs podem voltar a tramitar.
Para a presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Marianna Dias, a intervenção é uma chantagem do governo Temer para usar como moeda de troca pela aprovação da reforma da Previdência. "Uma chantagem feita com a vida é o sangue do povo pobre das favelas cariocas", afirmou.
Ela ressaltou que, com a efetivação da retirada de pauta da reforma, a pauta principal dos estudantes seria a garantia de eleições democráticas."Não está dado que vão ocorrer eleições livres para o povo escolher o próximo presidente. É preciso lutar para garantir isso. O povo sabe o que está acontecendo, usou do carnaval para se manifestar e isso preocupou os golpistas", completou.
O coordenador nacional da Frente Brasil Popular Raimundo Bonfim foi a liderança que demonstrou maior desconfiança da decisão de Temer. "Isso pode ser mais uma jogada do governo golpista. Precisamos manter a mobilização e ficar muito atentos. Os maiores interessados na reforma são os grupos de previdência privada e os bancos", afirmou.
Para a coordenadora estadual do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) Natália Szermeta, o governo Temer está de costas para a população. "Tudo que este governo faz é contra o povo pobre e trabalhador. O que o Rio de Janeiro precisa é de pagamento do salário dos servidores em dia, intervenção social. Não vamos aceitar que a juventude do Rio pague com a vida", afirmou.
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