quarta-feira, 8 de maio de 2013

Greve no ES para 100% da categoria e tem apoio do Sindicato de Niterói



Os trabalhadores de carros fortes do Espírito Santo, em greve desde o dia 29 de abril, realizaram nesta quarta-feira (8) mais uma assembleia organizativa em frente à Brinks. Logo após, seguiram em passeata em direção ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT), onde está agendada para as 14h uma audiência de conciliação. Os diretores da Confederação Nacional dos Vigilantes, Cláudio Vigilantes, do Sindicato de Niterói, e Adriano Linhares, do Sindicato de Petrópolis, ambos do Estado do Rio de Janeiro, estão na capital capixaba para auxiliar nas negociações e no controle da greve.

Segundo o presidente do Sindfortes-ES, Wildson Damacena, mais de 400 vigilantes estão participando das atividades realizadas pelo Sindicato.

“Hoje mesmo, novamente, os trabalhadores que se concentravam em frente à Prosegur saíram de seus postos para participar da assembleia realizada na porta da Brinks”, afirmou.

A greve tem adesão de 100% da categoria. A paralisação dos vigilantes teve início como uma manifestação para exigir negociações, já que há dois anos isso não acontecia. Sem resposta do patronato, os trabalhadores foram empurrados para a greve e buscam, de forma legítima, garantir seus direitos.

Vigilantes do ES participarão de conciliação no TST

Além da equiparação salarial com os vigilantes do Rio de Janeiro, há também a luta por melhores condições de trabalho, entre outros.

Os trabalhadores do ES estão recebendo apoio de dirigentes sindicais de todo o país. “Diariamente recebemos ligações de companheiros do Brasil todo para manifestar apoio à nossa paralisação. É muito importante sabermos que não estamos sozinhos nessa luta”, destacou Damacena.

Práticas Antissindicais

Trabalhadores de todo o país devem denunciar as práticas antissindicais das empresas na tentativa de enfraquecer o movimento paredista ou suprimir direitos. Na greve do Espírito Santo, por exemplo, além das constantes ameaças, as empresas estão convocando vigilantes de outros Estados para furar a greve.

“Um companheiro abaixou o vidro do carro e me disse que não sabia que estava vindo para furar a greve. As empresas estão mentindo para os seus funcionários dizendo que eles vêm apenas para ocupar postos novos. Estão sendo enganados para frustrar o nosso movimento”, denunciou Damacena.

“Nós, trabalhadores, repudiamos essa prática das empresas. Ao invés de concentrar forças para negociar, usam do poder econômico para tentar enfraquecer nosso movimento, envolvendo companheiros de outros Estados. Não vamos nos intimidar! A greve continua!”, declarou Damacena.

Fonte: CNTV

sexta-feira, 3 de maio de 2013

AOS VIGILANTES DE NITERÓI REGIÕES

A diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e Regiões  (SVNIT), solicita a todos os Vigilantes da nossa base territorial que nos informe se a empresa em você trabalha não efetuar o pagamento do Salário e  tíquete refeição com aumento e as diferenças do mês passado, para que possamos tomar as devidas providências.
Esclarecemos mais uma vez a todos os Vigilantes que todas as empresas tem que efetuar o pagamento do salário e do tíquete refeição este mês com o aumento, e pagar também  todas as diferenças do Mês passado.
Estamos atentos e não vamos deixar que os trabalhadores sejam prejudicados, mais precisamos que os vigilantes nos informe.
Claudio Vigilante
Presidente do SVNIT

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Ministério do Trabalho convoca a Empresa de Segurança Centauro para a mesa redonda

Atendendo a solicitação do Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Rio Bonito e Maricá/RJ (SVNIT), a Delegacia Regional do Trabalho de Niterói convocou a empresa Centauro Segurança e Vigilância para comparecer a mesa redonda  no dia 10 de Maio de 2013, com o objetivo de esclarecer o atraso do pagamento de salario e o pagamento do salário em duas vezes que esta acontecendo na Base territorial do sindicato, trazendo sérios prejuízos para os vigilantes.

Não é possível que o Vigilante trabalhe o Mês todo e quando espera receber o seu salário para pagar as suas contas e comprar o sustento para a sua família, a empresa não cumpra com a sua obrigação, vamos sempre combater essa e outras irregularidades.  

Mais uma vez atendendo a reivindicação da categoria estamos buscando solução para que este problema não continue acontecendo. Se for necessário vamos solicitar também a convocação do contratante, pois eles são solidários em qualquer ação trabalhista que porventura os vigilantes decidirem mover.

A diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e Regiões (SVNIT), vem cumprindo o seu papel que é defender a  categoria da nossa Região, agradecemos a confiança dos vigilantes que estão procurando no Sindicato SVNIT o apoio necessário contra as injustiças que algumas empresas estão cometendo contra os trabalhadores. Informamos que sempre estaremos ao lado dos companheiros, lutando pelos seus direitos, o que pedimos é que valorizem o trabalho de quem se preocupa com a categoria.

Claudio Vigilante
Presidente do Sindicato

Segue abaixo o oficio do MTE convocando a Empresa Centauro, click no oficio para ampliar.

Feliz Dia do Trabalhador a todos os Vigilantes



Dia do Trabalhador, comemorado no Brasil e em várias partes do mundo em 1º de maio, é uma homenagem a uma greve ocorrida na cidade de Chicago (EUA) no ano de 1886. A data foi marcada pela reunião de milhares de trabalhadores que reivindicavam a redução da jornada de trabalho de 13 para 8 horas diárias.

Dias depois, em 4 de maio de 1886, outra manifestação aconteceu em Chicago e resultou na morte de policiais e protestantes. O evento também foi um dos originários do Dia do Trabalho e ficou conhecido como Revolta de Haymarket. Três anos mais tarde, em 1889, o Congresso Internacional Socialista realizado em Paris adotou como resolução a organização anual, em todo 1º de maio, de manifestações operárias por todo o mundo, em favor da jornada máxima de 8 horas de trabalho.

No ano seguinte, milhões de trabalhadores da Alemanha, Áustria, Hungria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Grã-Bretanha, Itália e Suíça fizeram valer as decisões do Congresso de 1889. O dia 1º de maio foi marcado por uma greve geral, onde os operários desfilaram pelas ruas de suas cidades para mostrar apoio à causa trabalhista. O dia passou a ser chamado de “Dia do Trabalho” e passava a comprovar o poder de organização dos trabalhadores em âmbito internacional.

Dia do Trabalho no Brasil

A chegada dos imigrantes europeus ao Brasil trouxe ideias sobre princípios organizacionais e leis trabalhistas, já implantadas da Europa. Os operários brasileiros começaram a se organizar. Em 1917 aconteceu a Greve Geral, que parou indústria e comércio brasileiros. A classe operária se fortalecia e, em 1924, o dia 1º de maio foi decretado feriado nacional pelo presidente Artur Bernardes.

Mesmo tendo sido declarado feriado no Brasil, até o início da Era Vargas o 1º de maio era considerado um dia de protestos operários, marcado por greves e manifestações. A propaganda trabalhista de Getúlio Vargas habilmente passou a escolher a data para anunciar benefícios aos trabalhadores, transformando-a em “Dia do Trabalhador”. Desta forma, o dia não mais era caracterizado apenas por protestos, e sim comemorado com desfiles e festas populares, como é até hoje.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Sindicato participa de ato em homenagem ao Dia do Trabalhador

O Sindicato dos Vigilantes de Niterói e região participou na manhã desta quarta-feira, 30, de um ato em homenagem ao Dia do Trabalhador, no centro de Niterói, organizado pelo Sindicato dos Bancários de Niterói. O manifesto teve a participação também do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói. O presidente do SVNIT, Cláudio Vigilante, destacou a luta dos trabalhadores e as conquistas dos vigilantes nos últimos anos com destaque para os 30% de risco de vida que a categoria, no estado do Rio de Janeiro, começa a receber no próximo salário. Cláudio lembrou ainda das bandeiras da maior central de trabalhadores do mundo que é a CUT e chamou a atenção para a precarização do trabalho e o fim do fator previdenciário.


Chamando a atenção do público para os problemas que a classe trabalhadora enfrenta no país, os dirigentes sindicais salientaram a importância da conscientização dos trabalhadores e da união em busca de novos direitos. A conquista da regulamentação da profissão das domésticas foi muito comemorada pelos sindicalistas que lembraram as lutas e dos problemas enfrentados pela categoria.

Além das homenagens, os sindicatos resgataram a história de lutas do movimento sindical para as conquistas dos direitos trabalhistas. Redução de jornada de trabalho, salários para os trabalhadores, férias, 13° salário, cestas alimentação e refeição, dentre outras conquistas custaram muita luta e perseguições no passado. Os sindicalistas ainda lembraram a conquista da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho na promulgação da Constituição de 1988 que regularizou a atividade de trabalho no Brasil.

O momento era de homenagens, mas também de protestos. Em todos os discursos os dirigentes sindicais chamaram a atenção da população para a precarização do trabalho e da jornada de trabalho de 40 horas. A Companhia de Esquete Teatral fez uma bem-humorada paródia de como vivem os trabalhadores brasileiros e criticando o projeto do Deputado Federal Sandro Mabel (PMDB/GO), sobre a terceirização do trabalhador. A proposta pode por fim a vários direitos conquistados ao longo dos anos pela classe trabalhadora como férias remuneradas e 13° salário, além de jogar na informalidade milhões de pessoas. O projeto somente beneficia os empresários que poderão contratar mão de obra a um custo menor e ainda sem encargos sociais como FGTS, INSS etc.



Assessoria de Comunicação SVNIT

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Empresas de segurança são multadas em mais de R$800 mil


A Polícia Federal multou nesta quinta-feira (25) 334 empresas de segurança em R$ 889.301 por apresentarem problemas de diversas naturezas, durante a 96ª reunião da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), em Brasília. As empresas foram punidas em processos abertos pelas delegacias estaduais de segurança privada (Delesp), em função do descumprimento da Lei 7.102/83 e da Portaria 387/2006.

As principais irregularidades foram colete a prova de balas vencido, escola com número de vigilantes inferior ao necessário, armamento com problemas e cursos de formação com currículo insuficiente. A PF também aplicou multas e penalidades contra bancos que ultrapassaram os R$ 5 milhões, por descumprirem normas de segurança.

O valor e o perfil das multas, segundo o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores (CNTV), José Boaventura, demonstram claramente que há uma distância muito grande entre o que a legislação determina e o que é feito pelas empresas. “Não há, por parte das empresas, responsabilidade e respeito ao trabalhador. O valor é significativo e o fato de a PF punir por arma quebrada, falta de colete e tantas outras coisas fundamentais, demonstra que não há zelo com a vida de seus empregados”, denunciou.

A CCASP é uma comissão tripartite, integrada por representantes dos trabalhadores, dos empresários e do governo. A representação dos trabalhadores vigilantes é feito pela CNTV. A reunião foi presidida pelo delegado Lucínio de Moraes Netto, que comunicou a saída do delegado Clyton Eustáquio Xavier da Coordenadoria-Geral de Controle de Segurança Privada (CGCSP), em função de sua nomeação para a Superintendência da PF em Santa Catarina.

Fonte: CNTV

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Pesquisa nacional mostra que ataques a bancos cresceram 56,89% em 2012



Os ataques a bancos cresceram 56,89% em 2012 e atingiram 2.530 ocorrências em todo país, uma média assustadora de 6,92 por dia. Aconteceram 773 assaltos (inclusive com sequestro de bancários e vigilantes), consumados ou não, o que representou um aumento de 18,22% em relação ao ano anterior. E foram apurados 1.757 arrombamentos de agências, postos de atendimento e caixas eletrônicos, um crescimento estrondoso de 83,21%. Em 2011, foram registrados 1.612 ataques, sendo 653 assaltos e 959 arrombamentos.

Os números são da 4ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos, elaborada pela Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), com apoio técnico do Dieese, a partir de notícias da imprensa, estatísticas de Secretarias de Segurança Pública (SSP) e dados de sindicatos e federações de vigilantes e bancários de todo país.

O levantamento foi coordenado pelo Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região, com o apoio do Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região, da Federação dos Vigilantes do Paraná e da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Paraná (Fetec-CUT/PR). O total de casos foi certamente ainda maior devido à dificuldade de levantar informações em alguns estados e pelo fato de que nem todas as ocorrências são noticiadas.

A pesquisa foi lançada na manhã desta quarta-feira-feira (24), durante entrevista coletiva, em Brasília, com a participação de dirigentes das entidades.

Ataques por estados e por regiões

São Paulo é o estado que lidera o ranking, com 492 ataques. Em segundo lugar aparece Minas Gerais, com 301, em terceiro Paraná, com 214, em quarto Bahia, com 210, e em quinto Mato Grosso, com 185.
Já a região Sudeste, onde se encontra a maioria das agências, registrou o maior número de ações criminosas contra bancos, com 877 ocorrências, o que representa 35% do total de 2.530 ataques. Em seguida aparecem as regiões Nordeste, com 650 (26%); Sul, com 519 (20%); Centro-Oeste, com 350 (14%); e Norte, com 134 (5%).
Radiografia da violência nos bancos
"Essa radiografia da violência é fruto de um esforço conjunto das entidades sindicais dos vigilantes e bancários, a fim de revelar dados concretos sobre a falta de segurança nos bancos, que tanto assusta os trabalhadores e a população, e buscar soluções para proteger a vida das pessoas", afirma o presidente da CNTV, José Boaventura Santos.

"Esses dados são alarmantes e serão levados para o debate com os bancos, as empresas de segurança e a sociedade, bem como para a construção do projeto de lei de estatuto de segurança privada, que se encontra em andamento no Ministério da Justiça, a fim de atualizar a lei federal nº 7.102/83 que está completando 30 anos e se encontra defasada", destaca.

"Trata-se de mais um diagnóstico preocupante da insegurança nos bancos, reforçando a necessidade de medidas preventivas contra assaltos e sequestros, pois esses ataques deixaram um rastro de mortes, feridos e traumatizados", aponta o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro.

"Esperamos que esses dados reforcem as propostas dos bancários para o projeto-piloto de segurança bancária, a ser implantado pelos bancos em Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes, visando testar medidas de prevenção para combater esse perigoso crescimento da violência", completa.

"O aumento de ataques a bancos, sobretudo de arrombamentos, tem muito a ver com a onda de explosões de caixas eletrônicos, muitos instalados em locais inseguros e desprovidos de equipamentos de segurança", explica o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Curitiba, João Soares. "O Exército precisa melhorar a fiscalização e o controle do transporte, armazenagem e comércio de dinamite", aponta.

"Os bancos não podem jogar a responsabilidade dos assaltos e arrombamentos para a segurança pública, mas precisam assumir a sua parte, uma vez que muitos ataques ocorrem por causa das instalações vulneráveis dos seus estabelecimentos e da política de empurrar clientes para utilizar correspondentes, onde não têm bancários nem vigilantes", alerta o diretor da Contraf-CUT e coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária, Ademir Wiederkehr.

Carência de investimentos dos bancos

Conforme estudo feito pelo Dieese, com base nos balanços publicados em 2012, os seis maiores bancos lucraram R$ 51,3 bilhões e aplicaram R$ 3,1 bilhões em despesas com segurança e vigilância, o que representa uma média de 6,1% na comparação entre os lucros e os gastos com segurança.

"Esses dados dos balanços são bem inferiores aos números que os bancos divulgam na grande mídia, mas sem nenhuma transparência nem qualquer detalhamento. Os bancos dizem que estão preocupados com a segurança, mas gastam muito pouco diante de seus lucros gigantescos", salienta Otávio Dias, presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba.

A Caixa Econômica Federal foi a instituição que mais investiu em segurança em 2012 em relação ao lucro, atingindo 11,3%. Já o Itaú Unibanco, apesar de ter obtido o maior lucro do sistema financeiro, foi o que menos investiu no período na mesma comparação, com apenas 3,6%.

“Os bancos têm que parar de olhar as despesas de segurança e vigilância como custos, mas sim como investimentos que precisam ser aumentados. A vida das pessoas tem que ser colocada em primeiro lugar, pois é o patrimônio mais valioso que existe na face da terra", aponta Boaventura.

"Os estabelecimentos financeiros não podem ser frágeis, colocando em risco a vida de trabalhadores e clientes, que acabam sendo vítimas de assaltantes cada vez mais ousados, aparelhados e explosivos", enfatiza Carlos Cordeiro.

Fonte: CNTV

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Hora extra por almoço reduzido

Trabalhador tem direito a uma hora

O trabalhador que não aproveitar o intervalo de uma hora a que tem direito quando trabalha mais de seis horas durante o dia, parcialmente ou em sua totalidade, tem direito a receber essa hora como extra, com direito a adicional de no mínimo 50% sobre o valor da hora normal de trabalho.
O entendimento do TST (Tribunal Superior do Trabalho) foi reafirmado em decisão ao recurso de uma funcionária que teve o intervalo intrajornada reduzido, mas não recebeu pelo período não usufruído.
Previsto no artigo 71 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), o intervalo intrajornada é aquele concedido aos empregados urbanos e rurais para repouso e alimentação durante a jornada de trabalho.
Quando o trabalho for contínuo por seis horas ou mais, a empresa é obrigada a conceder um intervalo de no mínimo uma e no máximo duas horas – salvo acordo escrito ou contrato coletivo em contrário.
Na ação, a auxiliar de escritório – que trabalhava de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, com intervalo de apenas 30 minutos – reivindicou, entre outros direitos, o pagamento do intervalo como trabalho extraordinário.
A Quarta Vara do Trabalho de Curitiba (PR) deferiu o pedido da trabalhadora e condenou a empresa a pagar as horas extras apenas em relação aos trinta minutos de intervalo não usufruídos.
O entendimento foi confirmado pelo TRT-9 (Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região), do Paraná, ao concluir que “quando não houver a fruição total do intervalo destinado a repouso e alimentação, deve ser pago o tempo faltante.

FONTE: JORNAL O FLUMINENSE

ESCLARECIMENTO AOS VIGILANTES DE NITEROI E REGIÕES

Companheiros Vigilantes de Niteroi, São Gonçalo, Itaborai, Rio Bonito e Maricá/RJ.

A diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Niteroi e regiões, vem através deste Site comunicar a toda a categoria que existe algumas pessoas que estão se intitulando representantes de um suposto Sindicato de Vigilantes de São Gonçalo e Maricá, mais, este suposto Sindicato não tem registro no Ministerio do Trabalho e Emprego e este grupo está tentando a todo custo assumir os Municipios de São Gonçalo e Maricá sem o aval da categoria e querem que o nosso sindicato abra mão da base para eles.
Companheiros o mais interessante é que algumas dessas pessoas pertencem ao Sindicato dos Vigilantes do Municipio do Rio de Janeiro e da Federação dos Vigilantes onde o presidente é o senhor Fernando Bandeira.
Companheiros perguntamos qual o interesse desse grupo em criar um suposto sindicato em São gonçalo e Maricá?
Resposta: não sei se Presidente do Sindicato do Municipio do Rio de Janeiro e da Federação Fernando Bandeira tem conhecimento do que os seus diretores estão fazendo mais o que eles querem fazer é dividir a categoria, que na nossa região encontrou na atual diretoria do SVNIT respeito e responsabilidade para com a categoria.
Comunicamos a todos os Vigilantes que ganhamos uma ação na Justiça onde anulou todas as decisões judiciais que o suposto sindicato pelego tinha contra nós, portanto o suposto sindicato de São Gonçalo e Maricá não existe e pelo apoio que estamos tendo da categoria principalmente de São Gonçalo e Maricá ele nunca existira. Não adianta armar situações no Ministerio do Trabalho porque o que vale hoje é a decisão da ação Rescisória que ganhamos.
O suposto Sindicato de São Gonçalo em 1987 fraudou uma unificação com a nossa entidade sem a categoria saber e sem ter assembléia, e com isso conseguiram na justiça uma decisão favoralvel a eles, só que em 17 de Março de 2008, ganhamos uma ação rescisória onde anulou todas as decisões judiciais, inclusive o acordo que foi feito no MTE quando já tinha sido proferida a decisão judicial.
Companheiros o objetivo de colocar no facebook e no Site estas informações é porque estamos recebendo emails do suposto sindicato de São Gonçalo questionando o trabalho da diretoria do SVNIT, que tanto está lutando pela categoria que é explorada por maus empresários que estão na nossa região.
Sabemos que essa reação só pode ser de pessoas ligadas a alguma empresa que está sendo denunciada pela nossa Entidade Sindical, procurem saber de qual empresa eles pertence e voces vão ver o que estamos falando é verdade.
Portanto só existe um sindicato em Niteroi e regiões, pelegos não tem vez, e voces vigilantes da nossa região é quem tem que ver quem está trabalha pela categoria.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Sindicato SVNIT esclarece a categoria sobre a sumula 444.

Mais uma vez  a diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Rio Bonito e Maricá (SVNIT), atendendo a solicitação de centenas de Vigilantes que acessaram o nosso Site pedindo informações sobre a sumula 444 que menciona horas extras na escala 12x36 decidimos postar o seguinte esclarecimento: Desde o dia 1º de Março de 2013 a sumula 444 já está em vigor através da Convenção Coletiva de Trabalho que assinamos com o Sindicato Patronal. Os feriados trabalhados no Mês de Março a empresa tem que efetuar o pagamento no próximo 5º dia útil do Mês, alem de pagar todas as diferenças, salarial, tíquete refeição, horas extras, ferias, adicional noturno e a diferença dos 30%.
Pedimos ma todos os Vigilantes da nossa base territorial que denunciem para o Sindicato se a sua empresa não pagar alguns desses direitos.
Companheiros, precisamos lutar pelos nossos direitos, o Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões, estará sempre junto dos companheiros buscando atender as demandas da categoria, pois a nossa diretoria é composta de Vigilantes e todos sabem o que o Vigilante sofre em seu posto de serviço.
Nos colocamos ao inteiro dispor da categoria para o que for preciso.
Cláudio Vigilante
Presidente do Sindicato SVNIT