segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

CNTV trabalha para barrar medidas que prejudicam trabalhadores da Segurança Privada


A Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), honrando seu compromisso com a categoria e com a classe trabalhadora, entregou na terça-feira (7) um documento ao senador Paulo Paim (PT-RS) manifestando a preocupação com o substitutivo do PL 4238/2012 aprovado na Câmara dos Deputados. 

Entre as muitas afrontas aos trabalhadores, consta também a legalização de um crime: mexer no direito de greve. Também faz parte do texto – e é alvo de contestação por parte da CNTV – a liberação aos sindicatos de negociarem o intervalo intrajornada (negociado sobre o legislado), afetando assim o tempo que os vigilantes podem parar com o mínimo de condições para realizar uma refeição, por exemplo. 

Definir a segurança privada como matéria de “interesse nacional” também é um dos absurdos. “Isso elimina a possibilidade de os Estados e municípios tratarem sobre questões locais relacionadas à violência”, explicou o presidente da CNTV, José Boaventura. 

“O Senador Paim se mostrou aberto às demandas dos trabalhadores e isso é de suma importância para nós. Agora, vamos procurar outros senadores para impedir que o texto avance da forma como está. Também vamos dialogar com outros setores, como o bancário, para firmar posição em conjunto e unir forçar contra esse ataque”, afirmou Boaventura. 

Fonte: CNTV

CNTV realiza III Congresso Extraordinário dia 18

O atual cenário político e econômico vem apresentando desafios diários às lutas sindicais e se agravam durante as Campanhas Salariais que estão em curso em diversos Estados. Por isso, a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) realizará no dia 18 de fevereiro o III Congresso Nacional Extraordinário. 

O objetivo é discutir, encaminhar e organizar a luta da categoria de vigilantes no correr deste ano com todos os desafios que estão surgindo. Estão na pauta a conjuntura nacional e internacional, o estatuto da segurança privada e perspectivas sobre o tema, piso nacional, alteração de armamento e controle de explosivos, entre outros. 

Podem participar do Congresso entidades que tenham mais de seis meses de inscrição do quadro associativo da Confederação e com as mensalidades junto à CNTV em dias, assim como suas obrigações estatutárias. 

“Rogamos para que todas as entidades afiliadas se habilitem à luz das regras estatutárias e se façam presentes ao evento, levando as suas contribuições políticas, a energia da nossa categoria e a disposição de fazer da CNTV, das nossas Federações e Sindicatos verdadeiros instrumentos de mudança das condições de vida dos trabalhadores”, disse o presidente da CNTV, José Boaventura. 

Fonte: CNTV

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Colocar trabalhador em risco é enriquecimento ilícito e gera indenização

Transferir o risco de uma atividade de trabalho para o funcionário resulta em enriquecimento ilícito da empresa, já que ela buscou economizar com segurança. Com esse entendimento, o juiz Marco Antônio Silveira, da Vara do Trabalho de Janaúba (MG), condenou um banco a indenizar um bancário que transportava em seu carro particular grandes quantias de dinheiro entre agências. O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região aumentou a indenização de R$ 20 mil para R$ 40 mil.  
No caso, um bancário transportava em seu veículo particular, pelo menos uma vez por mês, valores que variavam entre R$ 20 mil e R$ 50 mil das agências bancárias de Janaúba e Jaíba, destinadas ao Posto de Atendimento de Verdelândia (MG).
Para o juiz, essa prática resultava em enriquecimento ilícito do banco, que transferia ao empregado o risco de seu negócio ao deixar de contratar empresa especializada ou corpo de vigilantes próprios, na forma legalmente prevista. Na visão do magistrado, o bancário deve ser indenizado, não em razão do risco potencial, mas em razão do princípio da alteridade, segundo o qual os riscos do empreendimento devem ser suportados pelo empregador.
Concluindo que o banco transferiu o risco e custo do negócio para o empregado, e atento à teoria do dano punitivo como parâmetro para fixação da indenização dos danos, o juiz condenou o banco a indenizar o bancário. Essa condenação, segundo esclareceu, visa compensar a angústia a que o empregado foi submetido por transportar quantias consideráveis de dinheiro, sem nem sequer receber qualquer valor pela utilização de veículo próprio em benefício da empregadora. 
Fonte: Assessoria de Imprensa do TRT-3

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Projeto no Senado tenta barrar greve de vigilantes e bancários

Tramita na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado o projeto do estatuto da segurança privada que tenta frear o direito de greve dos bancários e define a segurança privada e a segurança nos bancos como “matéria de interesse nacional”. Os retrocessos foram aprovados na calada da noite de 29 de novembro no plenário da Câmara dos Deputados. Se aprovado no Senado, vai à sanção presidencial transformando-se definitivamente em lei.

O texto é oriundo do PLS 135/2010, do ex-senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), que trata do piso nacional dos vigilantes, e que não atende a reivindicação da categoria. Na Câmara, o projeto foi remetido para uma comissão especial e o relator, deputado federal Wellington Roberto (PR-PB), apresentou o substitutivo PL 4238/2012 passando a instituir “o Estatuto da Segurança Privada e da Segurança das Instituições Financeiras”.

Contraf-CUT, CNSB e o Coletivo Nacional de Segurança da Contraf-CUT farão reunião de planejamento nos dias 06 e 07 de fevereiro de 2017, em São Paulo, para discutir o projeto do estatuto de segurança e planejar as alternativos.

“Querem impedir o exercício do direito de greve”

O projeto aprovado regulamenta a profissão de vigilante e estabelece atribuições e competências aos profissionais da área, bem como prevê um regramento específico para a segurança nos bancos. O estatuto revoga a lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983.

No entanto, o texto projeto prevê, no artigo 31, intervenção no Direito do Trabalho mudando o modo de funcionamento das instituições financeiras considerando-os como “essenciais tanto os serviços por eles prestados para efeitos da lei nº 7.783, de 28 de junho de 1989, quanto os inerentes à sua consecução”.

Já a lei nº 7.783 assegura o direito de greve e estabelece como um dos serviços essenciais a compensação bancária. Fica evidente a intenção de impedir o exercício da greve pela categoria. Para José Avelino, presidente da Federação dos Bancários do Centro-Norte (Fetec-CUT/CN), a medida “tem as digitais dos bancos, os maiores beneficiados. É como aquela história do jabuti na árvore: ou foi enchente ou foi mão de gente”, afirma.

Querem barrar leis municipais e estaduais

Já no parágrafo único do artigo 1º, o novo projeto incluiu outra proposta que atende ao poderoso lobby dos bancos. “A segurança privada e a segurança das dependências das instituições financeiras são matérias de interesse nacional.”, diz o texto.

“Querem barrar leis municipais e estaduais que já salvaram milhares de vidas diante do descaso dos bancos”, protesta Eduardo Araújo, presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília. “Aliás, medidas de segurança fixadas em várias leis municipais pelo Brasil afora são mais avançadas do que as previstas no projeto aprovado”, compara.

Araújo ressalta que já existem decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), que derrotaram a tese dos banqueiros e garante a constitucionalidade das leis municipais, como a que obriga a instalação de portas giratórias nas agências.

A Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) alerta que a expressão “interesse nacional” poderá fazer um estrago sem precedentes em outros campos do Direito, notadamente na seara trabalhista. “Não será difícil, por exemplo, que as entidades sindicais (bancários, vigilantes, etc.) serem coibidas no todo ou em parte de fazerem greves”, aponta o presidente da CNTV, José Boaventura.

Mobilização para evitar retrocessos

A Fetec-CUT/CN chama os sindicatos filiados e o Comando Nacional dos Bancários a fazer uma grande mobilização junto com a CNTV e demais entidades sindicais dos vigilantes após o recesso parlamentar, em fevereiro. O objetivo é dialogar e pressionar os senadores para barrar o projeto.

“Queremos atualizar a legislação, porém sem retrocessos e sem mexer no direito de greve dos trabalhadores, mas com avanços concretos e eficazes para trazer mais segurança e prevenir assaltos e sequestros”, conclui Avelino.

A CNTV e os sindicatos filiados também estão atentos e atuantes para defender todos os vigilantes. “Se a atual lei já regula a nossa atividade por 33 anos, este texto poderá regular nossa vida e profissão por mais 50 anos. O momento é de fazer história”, conclama Boaventura.


Fonte: Fetec-CUT/CN

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Vigilantes do campus da UFF Niterói aguardam por salário até sexta-feira (27)

O SVNIT voltou a pressionar a empresa Centauro para cobrar o pagamentos dos vigilantes que atuam na UFF – Universidade Federal Fluminense em Niterói. A diretoria do sindicato também questionou a reitoria da universidade que apresentou o comprovante do depósito na conta da empresa referente ao pagamento da fatura atrasada. O depósito foi realizado nesta terça-feira (24), por volta de 16h.

A empresa enviou aos vigilantes o documento do banco com as transações programadas para efetuar os pagamentos dos salários. Diante disso, os trabalhadores resolveram não paralisar as atividades na manhã desta quarta-feira (25). Caso os salários não sejam quitados até o dia 27/01, o SVNIT já avisou à empresa e à universidade que as atividades serão paralisadas por tempo indeterminado.


A liberação dos valores para pagar os salários teve uma contribuição providencial do Sindicato que enviou um ofício à UFF relatando os problemas. “Temos que pressionar os contratantes para garantir o pagamento dos trabalhadores. O SVNIT tem mantido contato diário com os vigilantes do posto e vamos monitorar até que os salários sejam pagos. Salário em dia é uma obrigação do empregador”, avalia Cláudio Vigilante, presidente do SVNIT.

Fonte: Imprensa SVNIT

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Campanha Salarial 2017: Não avança negociações com empresários

Em nova rodada de negociação da Campanha Salarial 2017 com o os empresários, os Sindicatos dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região, Petrópolis e região, Duque de Caxias, Itaguaí e Seropédica e Mesquita e Nilópolis recusaram por unanimidade a proposta patronal de retirada de direitos dos trabalhadores. Os sindicalistas afirmaram ainda ser impossível apresentar à categoria qualquer proposição que retire direitos já conquistados e cobrou uma contraproposta às reivindicações aprovadas pelos trabalhadores.

Uma nova reunião foi agendada para o dia 02/02 onde os trabalhadores aguardam que o patronal apresente uma contraproposta.

"Direitos se conquistam. Não se retiram. Portanto, somos contra a proposta patronal. Queremos discutir a pauta dos trabalhadores", afirma Claudio Jose de Oliveira, presidente do SVNIT.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Sindicalistas de Niterói preparam ofensiva contra ataques a direitos sociais e trabalhistas propostos pelo Governo

Sindicalistas e parlamentares de Niterói se reuniram no auditório do Sindicato dos Bancários para traçar diretrizes e ações de lutas contra as reformas da Previdência e Trabalhista propostas pelo atual governo. Sete sindicatos foram representados no encontro que aconteceu nesta quarta-feira (18/01).

Os trabalhadores vão realizar uma grande ato unificado no dia 07 de fevereiro, às 16h, em frente à estação das barcas no centro de Niterói para mostrar à população transeunte os malefícios dos projetos que impõe uma política de desemprego, perdas de direitos históricos da CLT e cortes e aumento de idade para aposentadoria.

Após o ato, os sindicalistas voltam a se reunir para avaliar o movimento e montar a próxima agenda. O encontro será, novamente, no Sindicato dos Bancários de Niterói no dia 09/02.

Participaram: Sindicato dos Bancários de Niterói, Vigilantes de Niterói (SVNIT), SintesNit (sindicatários), SEPE (professores), SintUff (funcionários da UFF), STIPDAENIT (trabalhadores em água e esgoto), Aduff (associação dos docentes da UFF), vereadora Talíria Petrone (PSOL) e programa SOS Verdade.

Fonte: Imprensa Seeb-Nit

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Falsos representantes tentam enganar vigilantes em Niterói

Empresa Centauro comunica pagamento de vigilantes da UFF até dia 20/01

A empresa de segurança Centauro informou ao SVNIT que vai regularizar os salários e o tíquete refeição dos vigilantes que prestam serviços na UFF/Niterói até a próxima sexta-feira (20/01) já que a universidade havia liberado o pagamento de faturas pendentes. O SVNIT esteve na sede da empresa para cobrar uma solução para os atrasos. Os vigilantes foram informados pelo Sindicato e decidiram aguardar os depósitos. Caso a empresa não cumpra, paralisações não estão descartadas.

O SVNIT também procurou a direção da UFF para informar sobre os atrasos e foi recebido pelo Coordenador de Material e Contratos, Paulo Roberto de Araújo, que confirmou a liberação para pagamento das faturas à empresa Centauro.

No entanto, os vigilantes da cidade do Rio de Janeiro não devem ter problemas. Nesta quarta-feira (18/01), a diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região (SVNIT) visitou diversos postos de trabalho e tomou conhecimento de que dois diretores do sindicato do município do Rio identificados como Mário e Marcos estiveram nos postos da UFF/Niterói para aliciar e insuflar os vigilantes a uma paralisação. Os próprios trabalhadores rechaçaram os falsos representantes.

Toda paralisação é precedida de procedimentos obrigatórios e legais para que o trabalhador não fique prejudicado. Prejuízo não é uma coisa que afeta o falso representante sindical do Rio, Mário, que está afastado pelo INSS conforme apurado pelo SVNIT. O mesmo não poderia sequer está trabalhando.

A tentativa de tumultuar e confundir os trabalhadores é, claramente, uma forma de politicagem barata que coloca em risco o emprego dos vigilantes. Caso houvesse uma paralisação, os trabalhadores poderiam ser demitidos. A invasão de base territorial demonstra a falta de compromisso com os trabalhadores de sua própria base de atuação, no caso, o município do Rio.


O presidente do SVNIT, Cláudio Vigilante, não descarta uma denúncia formal à Polícia Federal caso o aliciamento continue. “Agradecemos aos vigilantes da Empresa Centauro que reafirmaram a confiança no nosso trabalho e rechaçaram os falsos representantes. O SVNIT sempre estará presente ao lado da categoria. Se essa situação continuar vamos formular uma denúncia à Polícia Federal de atuação em base divergente da qual para onde foi eleito”, afirma.

Fonte: Imprensa SVNIT

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Campanha salarial 2017 começa com embates entre Sindicato e empresários

Foi iniciada a Campanha Salarial 2017/2018. No último dia 13/01, cinco sindicato de vigilantes do Estado do Rio se reuniram com o Sindesp (sindicato patronal) para apresentar a pauta unificada com as reivindicações da categoria. No encontro, os empresários afirmaram que seria muito difícil atender o pedido de reajuste dos trabalhadores. Pela primeira vez, os empresários se propuseram de apresentar uma pauta para que os trabalhadores analisem. Os representantes do trabalhadores já avisaram que não aceitarão nenhuma proposta que contenha retirada ou parcelamento de direitos. Uma nova rodada está agendada para o dia 24/01. Após a reunião, os sindicato devem convocar assembleias para informar aos vigilantes a proposta apresentada pelo patronal e deliberar sobre ela.

Como forma de pressão, os patrões alegaram que no estado do Espírito Santo um sindicato havia fechado o acordo coletivo com o reajuste de apenas 3,4%. O mesmo discurso sobre crise nacional utilizado no ano passado voltou à mesa de negociação.

“Repudiamos o posicionamento dos patrões e comunicamos que não assinaríamos nenhuma convenção coletiva com reajuste abaixo da inflação. Em São Paulo já tem CCT assinada com reajuste de 7%” afirma Cláudio Vigilante, presidente do SVNIT. Cláudio lembra ainda que 2017 será um ano de dificuldades nas negociações salariais. “Estamos fazendo a nossa parte e os vigilantes precisam fazer a deles também. Esse ano a negociação será muito difícil em todo o Brasil. É importante que os vigilantes compareçam em todas as assembleias convocadas pelos seus Sindicatos para conhecerem as reais intenções dos empresários”, disse.

A participação nas assembleias é crucial para ampliar a força do sindicato para pressionar os patrões melhores condições de trabalho e reajustes salariais. Quando não há a participação da categoria, uma minoria acaba decidindo pelo coletivo de trabalhadores.

Em Niterói e regiões, as decisões para o fechamento da próxima CCT serão tomadas pelos vigilantes presentes nas assembleias. “Somos transparentes e damos oportunidade para que todos vigilantes se manifestem, contra ou favoravelmente às propostas”, conclui Cláudio.

Os Sindicatos dos Vigilantes participantes da primeira rodada de negociações foram: SVNIT – Sindicato dos Vigilantes de Niterói e região; Petrópolis e região; Duque de Caxias; Mesquita e Nilópolis e Itaguaí e Seropédica.

Plano de Saúde

Conforme previsto na CCT 2016/2017, as negociações desse ano também vão debater a implantação de um plano de saúde para o vigilante extensivo aos dependentes. Os representantes dos trabalhadores também já solicitaram a vigência da atual Convenção Coletiva até que a nova CCT seja assinada.

Canal de informações do Sindicato


Acompanhe todas as informações sobre a campanha salarial no programa Sintonia do Trabalhador pela rádio Stillus 105.5 FM de São Gonçalo e também pelo Facebook do Sindicato SVNIT ao vivo todas as quintas-feiras a partir das 14hs e também no site www.svnit.org

Fonte: Imprensa SVNIT

Confira a pauta apresentada aos patrões:

                                                          PROPOSTAS

1.            Reajuste Salarial INPC mais 10%

2.            Tíquete Refeição R$ 25,00

3.            Redução do desconto do PAT para 10%

4.            Isenção do pagamento por parte do Empregado do percentual de 6% referente ao vale transporte.

5.            Manutenção da escala 12x36 e de 5x2 com 44 horas semanais.

6.            Jornada especiais para eventos diária de R$ 180,00 mais passagem e alimentação.

7.            Alterar carga horaria passando para 180 horas mensal,

8.            Adicional noturno estendido até o encerramento do plantão.

9.            Manutenção das clausulas anteriores conforme sumula 277 do TST.

10.          Fica garantido o Premio de assiduidade que consta na convenção coletiva de trabalho de 2016/2017, a todos os diretores liberados.

11.          Fica garantido a titulo de gratificação o percentual de 20% para todos os Vigilantes Bancários.

12.          A empresa se obriga a colocar uma cadeira em postos de serviço em que o vigilante trabalha em pé conforme a NR 17 e seus parágrafos.

13.          Vale cultura para todos os vigilantes conforme legislação vigente.

14.          As empresas se obrigam a encaminhar os vigilantes para realizar as reciclagens no período de 05 dias consecutivos, sendo proibida reciclagem em finais de semana.

15.          Fica garantido aos vigilantes que forem encaminhados para realizar a sua reciclagem no período de folga o pagamento de horas extras  conforme artigo 4º da CLT.

16.          Fica garantido aos Vigilantes nas férias o recebimento do valor do tíquete alimentação/refeição integral a titulo de assiduidade.

17.          Plano de Saúde para todos os Vigilantes e seus dependentes pago pela Empresa.
18.          A empresa fica obrigada a fornecer o CAT ao Vigilante que sofrer qualquer tipo de Sinistro em seu posto de serviço.

19.          Fica proibido a empresa encaminhar o vigilante para realizar exames psicológico e periódico nas suas folgas.

20.          Fica proibido qualquer tipo de desconto no contracheque dos trabalhadores que não esteja autorizado por esta convenção coletiva.

21.          Fixação de horário de Almoço para os Vigilantes Bancários.

Niterói, 10 de Janeiro de 2017.

SINDICATO DOS VIGILANTES DE NITEROI e REGIÃO
SINDICATO DOS VIGILANTES DE PETROPOLIS E REGIÃO
SINDICATO DOS VIGILANTES DE DUQUE DE CAXIAS
SINDICATO DOS VIGILANTES DE ITAGUAI E SEROPEDICA

SINDICATO DOS VIGILANTES DE MESQUITA E NILOPOLIS.


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

SVNIT fecha agência do Itaú por falta de condições de trabalho em Niterói

Após paralisar uma agência do banco Itaú no Largo da Batalha, em Niterói, nesta quarta-feira (04/01), por falta de condições de trabalho, o setor de segurança do banco regressou o vigilante num ato de total abuso e prática antissindical.  O fechamento da unidade se deu pelo forte calor no interior da agência que funcionava há mais de uma semana sem ar condicionado. As condições desumanas levaram o Sindicato dos Vigilantes de Niterói e região (SVNIT) a intervir.

O fechamento foi acordado com a gerência da agência após constatar a situação degradante a que estavam submetidos funcionários, vigilantes e clientes. O atendimento aos idosos foi mantido. Um grande fila foi formada do lado de fora da agência por conta do calor colocando em risco a segurança.

O setor de Segurança do Itaú foi informado do fechamento pelo próprio SVNIT. No entanto, com a situação resolvida o sindicato foi informado que o banco havia regressado o vigilante por supor que a denúncia havia partido do profissional. A situação da agência já era conhecida pelos Sindicatos dos Vigilantes e dos Bancários de Niterói que monitoravam diariamente os problemas da unidade.

A direção do SVNIT está mantendo contato diário com o setor de Segurança do Itaú para reverter a regressão. Caso o banco não adote essa postura, o SVNIT fará uma denúncia ao Ministério Público de Niterói (MPT) sobre a falta de respeito com os trabalhadores.

“É importante deixar bem claro que o tempo da escravidão já passou. A direção do SVNIT e da CNTV não vai aceitar que a categoria seja explorada e tratada como escravos. Não vamos aceitar covardia com os companheiros. Doa a quem doer”, afirma Claudio Vigilante, presidente do SVNIT e Secretário Geral da CNTV.


O vice-presidente do SVNIT, Paulo Henrique, também participou da paralisação da agência do Itaú.

Fonte: Imprensa SVNIT